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20 de julho de 2016 - 15:45Automobilismo Internacional

Para quem não viu: International Endurance Series by Hankook – 24h de Paul Ricard

RIO DE JANEIRO - No último fim de semana, foi disputada a 5ª etapa da International Endurance Series by Hankook, as 24h de Paul Ricard. Cinquenta carros largaram no circuito de Le Castellet, nas proximidades da Riviera francesa e a vitória foi do Porsche 991 GT3-R da Precote Herberth Motorsport. O carro guiado por Robert Renauer/Ralf Bohn/Daniel Allemann/Alfred Renauer completou a disputa com 591 voltas no total – 14 a mais que a Mercedes AMG GT3 da Ram Racing, guiada por Stuart Hall/Roald Goethe/Daniel Brown/Jamie Campbell-Walter. De um total de 39 carros classificados de acordo com a distância percorrida, 32 viram a bandeira quadriculada.

Vocês podem assistir o treino classificatório e a corrida nos vídeos aqui abaixo.

8 comentários

  1. Gabriel Medina, den andra disse:

    Tai um circuito que deixa qualquer corrida interessante.

    Acho bacana esse campeonato, se estabeleceu em um nicho próprio e segue firme. Quando penso no que poderiam ser as Mil Milhas de Interlagos hoje, é um mix de carros desse quem me vem a cabeça.

    • Rodrigo Mattar disse:

      Verdade. As Mil Milhas poderiam seguir esse caminho. Mas aí o automobilismo brasileiro deu vários passos para trás…

      • Diogo disse:

        E como ficou a situação da marca Mil Milhas? Lembro de ter visto os direitos sobre a prova em um leilão online (Superbid) há alguns anos atrás. Ninguém tem interesse em reativar a prova?

      • Rodrigo Mattar disse:

        A situação da marca é a de sempre: embargada. Enquanto não se resolve o imbróglio, a corrida não volta.

      • Gabriel Medina, den andra disse:

        Todo começo de ano vejo as 24 de Dubai e fico pensando na oportunidade perdida pelo automobilismo com as Mil Milhas.

  2. luigi disse:

    Entre os grandes passos que fora dados para trás ,estão a destruição do traçado original de Interlagos e a injustificável destruição total de Jacarepaguá para um evento temporário em que o Brasil não tem grandes expoentes em ritmo de renovação constantes (os atletas que representarão o país , já são em sua maioria veteranos e quando chegam ao exito é unicamente por mérito próprio e não por politicas que incentivem e deem apoio e incentivo ao atleta de modalidade Olímpica ,só se informar das condições de treino de Arthur Zanetti para saber como o governo trata o melhor atleta Olímpico da atualidade ). Sei que o Rio de Janeiro com suas belezas naturais teria vários outros lugares que poderiam ser feitas as obras para esta “olimPiada” que na verdade só serviriam para que os “COMPADRES” das empreiteiras tivessem mais campo para suas praticas .

    • Gabriel Medina, den andra disse:

      Discordo quanto a interlagos. Obvio que qualquer um gostaria de ter o velho traçado de volta, simplesmente porque ele era sensacional, mas é só visitar a pista paulistana, simplesmente não existe espaço para serem feitas áreas de escape nas curvas 1 e 2, já não era possível com os padrões de segurança de 91, os de hoje, então, nem se fala.

      Se as reformas e o traçado novo foram cruciais para manter a F1, então, valeu a pena.

      Quanto aos atletas olímpicos, as coisas não são tão simples assim. Obvio que falta apoio, mas os números de veteranos e novatos com chance merece uma análise muito mais fria e técnica, já que envolve muitos atletas, uma infinidade de regras e um sem número de organizações. Não é tão simples desse jeito.

      • luigi disse:

        Primeiramente acho que você não conhece o circuito de Bathurst e o que foi feito para dar segurança sem matar o circuito original e F 1 não é a unica categoria que existe no automobilismo e atualmente nem a mais interessante . Segundo não sei se você praticou algum espote olímpico em alto nível e ter conhecimento (vivência dentro do esporte) para uma analise profunda ,eu pelo menos quando jovem e antes de me tornar abade também apaixonado por automobilismo ,era um atleta fundista bem respeitado em meu país e sei muito bem o quanto é duro se manter como ponteiro quando os anos chegam e as novas gerações vem muito bem preparadas em todos os níveis ,para o máximo desempenho. Brasileiro de esporte individual medalhista deveria se cultuado para sempre como herói do esporte,devido as dificuldades que enfrenta para treinar,até com suas próprias federações e não esquecido após seu declínio ,como é comum em seu país . O que relatei é a pura realidade , federações esportivas no Brasil tem presidentes oportunistas com ambições politicas e se acercam de atletas como o Arthur para se promoverem as custas do sucesso alheio ,mas na hora de apoiar o atleta novato ,só se este der uma parte da verba para ele . Estaria eu dizendo alguma mentira ,conhecendo como funcionam as coisas no Brasil ( E na Itália ,também !)

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