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22 de junho de 2017 - 11:42Fórmula 1, Memorabilia

30 anos ontem…

RIO DE JANEIRO (Éramos felizes e sabíamos…) - Tempos bons em que o Brasil tinha gente de peso na Fórmula 1 e não fazia papel de coadjuvante como hoje. No dia 21 de junho de 1987, há exatos 30 anos, Ayrton Senna e Nelson Piquet emplacavam duas dobradinhas consecutivas – um feito histórico, considerando que seus antagonistas eram Alain Prost e Nigel Mansell. Só isso…

Na disputa do GP dos EUA, em Detroit, Senna acabou fazendo a festa, mas a história poderia ter sido diferente. Piquet teve um pneu furado logo na segunda volta, caiu para último e veio numa corrida sensacional de recuperação. Foi uma atuação tão marcante do piloto da Williams que teve até negócio de “dibre” em Alain Prost numa disputa por posição. Corram o vídeo até mais ou menos 11:53 e verão o que estou dizendo.

E cabe lembrar que Mansell dominou a corrida no início, mas acabou terminando em 5º. Com sua Lotus 99T Honda de suspensão ativa, Ayrton passeou pelas ruas da Motor City e repetiu, um ano depois, o gesto da bandeira brasileira em punho na volta de consagração.

Obrigado, novamente, ao precioso acervo dos irmãos Neri, que nos proporciona rever e guardar este momento inesquecível do esporte a motor.

4 comentários

  1. É…

    Comecei a acompanhar no final de 88, com 10 anos… primeiro flash é a McLaren cruzando Suzuka com os braços erguidos agitados pra frente e pra trás…

    Não peguei esta época…

    Mas é isso… esta é a receita…

    Pneus extra duros, pouco consumo, quem form bom vai até o fim, quem for insano fica pelo caminho… assim, se consegue embaralhar as peças no tabuleiro e não fica jogo de cartas marcadas digamos…

    Quando mais consumo mais gasto existe… seja de pneus, seja de combustível seja de tecnologia…

    É só baixar o consumo que fica barato e dá pra correr mais seguido, o que aumenta a imprevisibilidade…

    Imagine a NASCAR com 21 corridas… seria chato pois uns 6 só estariam disputando… agora com 36 corridas existe chance de problemas, chance de mudar o jogo e chance para mais gente.

    Não é atoa que o Chase é para os 16 primeiros… 12 são os favoritos sempre… Na F1 só existem 4 e olha lá…

    PÁU NELES !!

  2. Marcelo Pacheco #49 disse:

    63 voltas com os pneus… detalhe para o padrão do galão de água que deram pro Senna no parque fechado… inimaginável hj. Sou mais das antigas.

  3. Alexandre Quintão disse:

    Bons e inesquecíveis tempos, quando a F1 era uma categoria, digamos assim, de carne e osso. Hoje transformou-se numa categoria asséptica, formal, previsível; chata.
    Acompanhei a categoria de 1978 até a aposentadoria, definitiva do Schumacher.
    Hoje, assisto trechos de uma ou outra prova, sem nenhum entusiasmo e sem um piloto definido para torcer.

  4. Claudio Guerra disse:

    Verdade, Rodrigo. Muito bons os tempos na época mesmo.

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