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23 de setembro de 2018 - 20:11Instantâneos, International GT Open

Estrago enorme

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RIO DE JANEIRO - As imagens dão a medida exata do imenso estrago na Mercedes-AMG de Marcelo Hahn/Alan Hellmeister, guiada por este último e que foi destruída em acidente ocorrido após a quadriculada da prova #2 do GT Open hoje em Monza, na Itália.

Um vídeo que o amigo Fred Sabino postou no WhatsApp mostrou outro ângulo da panca, com o carro tendo arrombado um guard-rail e destroços tendo varado a cerca de proteção – inclusive o motor e a transmissão, que foram arrancados no impacto.

Os anjos da guarda do Alan Hellmeister estavam em ação, viu…

5 comentários

  1. Alvaro Ferreira disse:

    Vi o vídeo do acidente no site do Grande Prêmio e a pancada foi violentíssima…. Pelo vídeo, a Mercedes pareceu ter sido tocada por uma Lamborghini preta, que não deve ter reduzido depois de passar a linha de chegada.

  2. Fernando disse:

    Rodrigo, o fato de ser um carro de motor frontal pode ter salvo o piloto de algo pior? Fico imaginando se fosse uma Ferrari ou uma Lambo que não teria o motor na frente pra receber todo o impacto e ainda uma frente muito mais curta que a da Mercedes será q o piloto teria saído vivo dessa?

    • Rodrigo Mattar disse:

      Pois é, Fernando… não deixa de ser um bom questionamento, o seu. Realmente o fato do motor do carro ser montado na dianteira, pode ter ajudado ao Hellmeister a ter sofrido consequências menos piores do que se fosse uma panca com Ferrari ou Lamborghini, por exemplo.

      E imagine se fosse com o Porsche, cujo tanque de combustível é normalmente montado na dianteira?

  3. Sullyvan disse:

    Tarde Rodrigo. Teu trabalho sempre espetacular! Aqui um outro ângulo do acidente: https://youtu.be/pnG15gr6tco

  4. Marcelo Borges de Oliveira disse:

    Era de se esperar um célula de sobrevivência mais resistente em um carro como este, topo de linha dos GTs (assim como os Porsches também não o tem, o que inclusive tive a infelicidade de constatar em um acidente de rua em frente ao aeroporto de Porto Alegre, onde o motorista de um 911 GT3 bateu contra o monumento do laçador e ali faleceu, carbonizado, assim como o passageiro que o acompanhava). Quanto A Ferrari e Lambo, ambas usam como elemento estrutural do chassi uma “bacia” de fibra de carbono, extremamente resistentes (à exemplo de outros super esportivos, como McLaren P1, Koenigsegg, Bugatti. Basta uma olhada no Youtube e vejam quantos acidentes violentíssimos com Ferrari e Lambo essa “bacia” de fibra de carbono resiste. Tem um de uma Ferrari contra um muro de concreto, inclusive). Por fim, motor dianteiro é pior em caso de colisão frontal. Seja pelo fato de ser um elemento indeformável (e, portanto, não absorver energia do impacto), seja pelo fato dele empurrar a parede de fogo (ou mesmo invadir o cockpit, prensando as pernas do piloto, que parece ter sido o caso). Te esperamos nas 12 Horas! Abraços!

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