MENU

2 de outubro de 2018 - 04:18Música, Vídeos

La Bohème

RIO DE JANEIRO - Devia ser proibido a certas pessoas de irem embora.

Charles Aznavour, um dos maiores cantores da história da música contemporânea, partiu neste 1º de outubro. Com certeza seria uma das pessoas a quem Deus deveria conceder a imortalidade.

Noventa e quatro anos de idade. Setenta de carreira. O homem que encantou o mundo inteiro, cantando em múltiplos idiomas, vendendo 180 milhões de seus trabalhos conseguiu, com suas canções e carisma, atravessar o tempo sem parecer um artista ultrapassado.

“Não tenho orgulho da minha carreira, mas da maneira como a conduzi. Ser conhecido não quer dizer nada, porque podemos nos tornar desconhecidos no dia seguinte”, advertiu, com sobriedade e lucidez, aos 92 anos.

“Se bem divulgarmos nosso trabalho, não cairemos no esquecimento.”

Tenha certeza, Aznavour: você não será esquecido.

1 comentário

  1. Ricardo Talarico disse:

    Ângela Maria em um dia, Charles Aznavour no outro.
    O mundo está perdendo os últimos grandes cantores.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>