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2 de janeiro de 2019 - 10:06Automobilismo Internacional

IPC: vai começar a temporada 2019

IPCDaytona

O brasileiro Leo Lamelas estará no primeiro grid do ano: a IMSA Prototype Challenge começa o campeonato de 2019 sábado, em Daytona (Foto: Jake Galstad/IMSA)

RIO DE JANEIRO - Antes mesmo do Rali Dakar ou até das 24h de Dubai, o primeiro campeonato que dá a largada para o ano automobilístico de 2019 (descontando competições bienais como o Asian Le Mans Series, o WEC e a Fórmula E) é o IMSA Prototype Challenge.

Neste sábado, 19 carros dão a largada para o início do certame que terá seis etapas. Com novidades.

Primeiro que os modelos Elan DP02 com motor Mazda 2 litros vistos na competição até o ano passado foram aposentados. Jon Brownson foi o último campeão da divisão.

Segundo e tão importante quanto a permanência dos modelos LMP3 como base da categoria, é a duração das provas. Em 2018, o formato fora modificado das duas baterias de 45 minutos que eram adotadas em 2017 para provas de 1h45min de duração.

Neste ano, haverá provas de três horas em Daytona, na abertura do campeonato e em Mosport, no Canadá. As demais etapas seguem com 1h45min de tempo limite. Nas corridas mais longas, as equipes terão que inscrever de dois a três pilotos. Nas curtas, há a possibilidade de um único piloto permanecer a bordo durante toda a disputa.

Dentro do total de 19 carros confirmados para a prova de estreia da temporada, treze equipes tomam parte do evento, inscrevendo doze protótipos Ligier JS P3 e sete Norma M30.

O brasileiro Leo Lamelas, que cumpriu a primeira temporada no IMSA Prototype Challenge ano passado e terminou o ano em 4º lugar com uma vitória em Sebring, além de um pódio em Barber, está de casa nova. Ele defenderá a ANSA Motorsports, que inscreve dois bólidos em Daytona. Seu parceiro será Neil Alberico.

Muitas escuderias vão debutar no IPC neste evento que faz parte do ROAR Before The Rolex 24, que tem início na sexta-feira. Uma das organizações que reaparece nas pistas é a Conquest Racing. O time de Eric Bachelart, que esteve na Fórmula Indy e na extinta American Le Mans Series, terá um carro para Aaron Povoledo e Ross Chouest.

A Robillard Racing participará da temporada em parceria com a Mühlner Motorsport, alinhando um Norma M30 para Jason McAleer/Joe Robillard. Na Alianza/Gilbert Motorsports, estarão Jason Bell e Anthony Simone, noutro Norma. E a Performance Tech, que apresenta três inscrições, por enquanto só confirmou Blake Mount para um de seus bólidos. O coach do piloto é o brasileiro Rafa Matos, campeão da Trans-Am em 2018.

O site da IMSA vai transmitir sábado a primeira prova do IPC 2019. Com o fuso horário entre Brasília e Flórida em 3h a menos por conta do horário brasileiro de verão, a corrida começa 15h15 (12h15, hora local).

Adendo: mais dois brasileiros acabaram confirmados na lista oficial de inscritos divulgada nesta quarta-feira pela IMSA. Júlio Campos será o companheiro de Blake Mount na primeira etapa no carro #7 da Performance Tech e Jonatan Jorge, radicado na Flórida, estará no #70 da P1 Motorsports junto a Joel Janco.

5 comentários

  1. Jonny'O disse:

    Vamos que vamos começar o ano com IMSA!!!
    Apesar de que, achei lamentavel separar a categoria LMP2 dos Dpi, provavelmente mataram os LMP2 por lá, acho que foi um tiro no pé, era muito bacana poder ver um time privado disputar as vitorias, pra não dizer que a mudança do regulamento no fim do ano passado passou a mão na Core.

    É sempre um risco pra uma categoria deixar tudo na mão das fabricas, creo que quando criaram os Dpi ,se basearam na velocidade dos otimo LMP2 , e todo arranjo da nova categoria foi um sucesso, varias fabricas se juntaram, e na verdade a custo muito baixo em se comparando a wec, então a verdade é, pra que mudar o que estava perfeito?

    • Rodrigo Mattar disse:

      Opa! Que legal contar com o comentário do amigo logo nos primeiros dia de 2019. Bom ano novo, Jonny’O Quest!

      Pois é… ainda bem que você concorda comigo. Tiro no pé da IMSA na fórmula que ela fez ser bem-sucedida. Esse mix de DPi e LMP2 sempre me pareceu legal – até porque os DPi têm esses protótipos como base estrutural, embora com múltiplas possibilidades mecânicas. Mas é aquela história de sempre: quem pode mais, chora menos. E os fabricantes não deviam estar felizes em ver um carro “spec” dando pau nos DPi. Embora o título do Nasr e do Curran seja merecido, a CORE fez por onde brigar pra ser campeã e o regulamento de fato agiu contra ela.

      Paciência. Mexeram mal no que estava ótimo.

      • Jonny'O disse:

        Verdade Mattar (feliz novo ano),
        Quando criaram a Dpi eu achei fantástico ter os lmp2 junto , dava um ar retro a categoria, me remetia aos anos 80 , me lembrava de forma misturada a categoria Grupo C ,que era livre quanto a arquitetura de motor com a F1 da época , onde um independente só precisava de um bom engenheiro , piloto e um motor Cosworth comprado em qualquer “loja especializada”, no caso alusão ao motor Gibson dos Lmp2.

  2. RAFAEL CATELAN disse:

    Julio Campos vai correr nessa categoria …

    está no instagram dele

    juliocampos04E o ano já começa com Daytona dia 5 de jan , vou fazer a primeira etapa do IMSA Prototype Challenge com o @blakemount .
    Vou colocar a programação e como acompanhar a corrida nos meus stories . Carrinho é BRUTO. Se liga

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