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18 de novembro de 2014 - 14:46Equipes Históricas, Fórmula 1

Equipes históricas – Tyrrell, parte V

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Tempos felizes entre Stewart e Cevert na Tyrrell de 1973

RIO DE JANEIRO – Mordida pela perda dupla dos títulos de 1972, tanto pilotos (conquistado por Emerson Fittipaldi) e construtores (ganho pela Lotus), a Tyrrell entrou na pré-temporada de 1973 disposta a dar o troco naquela que era de fato a sua grande rival nas pistas. Muitos modelos novos estavam previstos para estrear num ano que tinha tudo para ser dos mais imprevisíveis.

Naturalmente, o carro para o ano seria uma evolução do modelo 005 que estreara em 1972. O chassi 006, com suspensão de barras de torção e menor distância entre-eixos, fizera suas primeiras provas com François Cevert a bordo e o francês permaneceria com ele ao longo do ano. Jackie Stewart, que aos 33 anos na época já pensava na aposentadoria, queria ser campeão de novo e nada como fechar sua trajetória na Fórmula 1 com exatos 100 GPs no currículo e com o terceiro troféu do Mundial de Pilotos. De quebra, o Escocês Voador poderia bater o recorde histórico de vitórias, então pertencente ao seu compatriota Jim Clark. À frente dele, também, Juan Manuel Fangio, com 24 triunfos.

Na verdade, a Tyrrell já vislumbrava 1974 por saber que Stewart não mais correria e Cevert, apontado por Jackie como seu sucessor, naturalmente seria o primeiro piloto. Por isso o privilégio dado ao francês para competir com o novo chassi 006 enquanto o modelo de Jackie não ficasse pronto.

Quase deu Cevert no GP da Argentina, mas Emerson estava possuído e venceu a corrida

O Mundial começou em 28 de janeiro com o GP da Argentina em Buenos Aires, com 19 carros no grid. Stewart fez o 4º tempo nos treinos e Cevert o sexto. A pole foi de Clay Regazzoni, de forma surpreendente, com uma BRM P160 equipada com pneus Firestone. O ítalo-suíço liderou as primeiras 28 voltas e foi superado por Cevert, que largara bem e vinha em segundo desde o fim da primeira volta. Em quatro passagens, Emerson Fittipaldi e Jackie Stewart também superaram Rega e se revezaram no segundo posto, até que o Escocês não resistiu à pressão do Rato, que lhe tomou a vice-liderança.

Possuído como raras vezes se viu, Fittipaldi partiu para cima de Cevert e, numa ultrapassagem agressiva, tomou a ponta na 85ª volta, restando onze para o final. A Tyrrell não esboçou uma mudança de posições: o francês pôde chegar à frente de “Le Patron” e a temporada 1973 começava com o campeão do mundo na frente.

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Na única vez em que correu em Interlagos, Jackie Stewart nada pôde fazer para deter a Lotus de Fittipaldi

No GP do Brasil, disputado oficialmente pela primeira vez em Interlagos, o sol forte e o calor do verão deram as caras. Profundo conhecedor da pista, Emerson foi o 2º no grid, superado apenas por Ronnie Peterson, seu novo companheiro de equipe. Jackie Stewart largou em oitavo e François Cevert, em nono. O escocês arrancou muito bem, passou em terceiro na primeira volta e na segunda, superou com facilidade o Surtees de José Carlos Pace. Mas Jackie não tinha nenhuma chance de superar o brasileiro, que venceu de ponta a ponta com 13 segundos de vantagem. Cevert completou em 10º, duas voltas atrasado.

O troco viria em Kyalami, numa corrida polêmica. Nos treinos, Stewart destruiu sua Tyrrell 006 na curva Leukoop e precisou usar o carro de Cevert para pelo menos obter um lugar razoável no pelotão de largada. Com o velho 005 do companheiro de equipe, acabou em 16º no grid. Cevert foi obrigado a largar de último, sem tempo cronometrado.

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De 16º para a liderança em sete voltas? Como isso foi possível? Até hoje a vitória de Jackie Stewart em Kyalami é coberta de mistérios…

A polêmica deveu-se pelo seguinte: houve, logo na 3ª volta, um grave acidente com a BRM de Clay Regazzoni, que se incendiou com alguma gravidade. Mike Hailwood, percebendo que o companheiro de profissão não saía sozinho do carro, tentou resgatá-lo – para isso sofrendo algumas queimaduras (depois, Mike The Bike mereceria uma medalha de honra). A sinalização de bandeira amarela era visível e, segundo testemunhas, Stewart ignorou a ordem de reduzir velocidade. Ele beneficiou-se disto para passar, pela ordem, Carlos Reutemann, Peter Revson, Ronnie Peterson, Emerson Fittipaldi e, por fim, Jody Scheckter, novato local que fazia sua segunda prova de Fórmula 1 com um McLaren M19 e impressionara nos treinos classificatórios. Em sete voltas, Jackie chegara de 16º à liderança. No mínimo suspeito…

Mas como nada foi provado, Stewart venceu sua primeira prova em 1973 e chegou a 19 pontos no campeonato, contra 22 de Fittipaldi. Cevert andou em último, ou entre os últimos, até abandonar após completar 66 voltas.

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Após um pneu furado, Cevert deu show nas ruas do Parc Montjuich para chegar em 2º no GP da Espanha

Peterson conquistou a segunda pole do ano nas ruas do Parc Montjuich para o GP da Espanha. A Tyrrell monopolizou a segunda fila, com Stewart em 3º e Cevert em quarto. Emerson não passou da sétima colocação, mas fez uma corrida perfeita e com grande dose de sorte. Enquanto Stewart abandonou com os freios pifados, Cevert vinha em 4º atrás de Peterson, “Le Patron” e Emerson quando um pneu de seu carro furou. François caiu para décimo-quarto e fez uma espetacular corrida de recuperação para chegar em segundo, repetindo o resultado da Argentina. Emerson também teve um pneu furado. Só que era um furo lento e insuficiente para fazê-lo abandonar. Venceu a prova, terceira dele em quatro corridas. Com o pódio de Cevert, a Tyrrell, com 27 pontos, se mantinha perto da Lotus, líder do Mundial de Construtores com 31.

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Comemoração em dobro pelo 1-2 em Zolder, no GP da Bélgica

A Fórmula 1 voltou a Zolder para a disputa do GP da Bélgica. A pista tinha um novo asfalto, que não aprovou: voavam pedregulhos para todos os lados e os pilotos, liderados por Stewart (presidente da Grand Prix Drivers Association, a GPDA), cruzaram os braços e se recusaram a treinar enquanto as condições não melhorassem. Para fazer média com a torcida, Jacky Ickx furou o bloqueio e foi treinar. Houve pressão dos donos de equipes e os pilotos cederam. Nos treinos, Cevert foi mais veloz que Stewart, largando em quarto com o escocês em sexto. Mas na corrida, a Tyrrell chegou ao primeiro 1-2 do ano, com “Le Patron” liderando a partir da 25ª volta para vencer com quase 32 segundos de diferença sobre Cevert. Fittipaldi, com problemas na bomba de gasolina, foi o terceiro, sem perder a liderança do campeonato. Entre os construtores, a Tyrrell assumiu a liderança um ponto à frente da Lotus.

O GP de Mônaco seria o sexto de um campeonato até então monopolizado por Emerson e Stewart. O brasileiro tinha três vitórias e o escocês duas. A chance de igualar o placar era nas ruas do Principado de Mônaco. E de também chegar à 25ª vitória da carreira, igualando Jim Clark. O escocês fez a pole, com Cevert em quarto. E o francês surpreendeu com uma largada perfeita, assumindo a ponta. Porém, tal como ocorrera em Montjuich, um pneu furou e Cevert caiu para a última posição.

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Stewart correu como um mestre nas ruas do Principado de Mônaco e com a vitória, a 25ª da carreira, igualou o compatriota Jim Clark

Stewart superou o líder Ronnie Peterson na 8ª volta e da ponta não mais saiu. O piloto da Tyrrell teve que suportar uma pressão absurda de Emerson Fittipaldi nas voltas finais e acabou por ganhar a corrida com apenas um segundo e três décimos de vantagem. Na volta de desaceleração, cena de filme pastelão: os dois rivais – e amigos – se chocaram enquanto trocavam gentilezas e quebraram seus carros.

“Nunca fique ao lado do Stewart após uma quadriculada”, recomendou Emerson, de brincadeira.

Cevert fez outra extraordinária corrida de recuperação e terminou em 4º lugar. A batalha pelo Mundial de Pilotos continuava aberta e firme, com o Rato quatro pontos à frente do Vesgo. A segunda metade do ano, a julgar pela primeira, prometia muito.

E na corrida seguinte, a estreia do GP da Suécia em Anderstorp, um revés para Fittipaldi: o câmbio de sua Lotus começou a falhar quando ele vinha em segundo na 69ª volta e quebrou definitivamente faltando quatro para o final. Stewart herdou a posição, mas também teve problemas – exceto que foi um pouco mais feliz, terminando em quinto. Cevert foi terceiro e com o resultado, o Escocês Voador tirou dois pontos de Emerson, enquanto a Tyrrell abria dois para a Lotus no Mundial de Construtores.

A maré de azar de Fittipaldi não tinha fim: no GP da França, em Paul Ricard, o brasileiro da Lotus passou a corrida inteira tentando passar o sul-africano Jody Scheckter e, quando vislumbrou uma porta aberta, os dois bateram e abandonaram. Na primeira e fácil vitória do sueco Ronnie Peterson, com quase 41 segundos de vantagem para François Cevert, a Lotus reassumiu a ponta no Mundial de Construtores. Stewart chegou em quarto, suficiente para superar Emerson na liderança entre os pilotos (42 a 41).

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Dobradinha sem festa: no dia da morte de Roger Williamson, Stewart tornou-se o recordista absoluto de vitórias na Fórmula 1

No GP da Inglaterra, enquanto Fittipaldi colecionou o terceiro abandono em série, Stewart não foi além do 10º lugar após ter problemas que o jogaram de segundo para último. Cevert chegou em quinto e a Tyrrell retomou a liderança entre os Construtores. E na Holanda, na trágica prova em que morreu o novato Roger Williamson, Jackie Stewart quebrou o recorde de triunfos pertencente desde 1968 a Jim Clark, conquistando a vitória em dobradinha com François Cevert. No pódio, não houve champagne, muito menos festa. Os rostos sérios marcavam mais um dia de luto na Fórmula 1.

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Tomando a lendária curva Karrusell, rumo à 27ª vitória: Stewart dominou o GP da Alemanha, com Cevert novamente em segundo

Em Nürburgring, no GP da Alemanha, Jackie Stewart venceu partindo da pole position, ampliando seu recorde para 27 vitórias em 96 GPs até então disputados. Cevert emplacou o terceiro 1-2 do time em 1973, consolidando a liderança da Tyrrell entre os construtores, com 12 pontos de vantagem para a Lotus – mas poderia ter sido diferente se não houvesse a hierarquia favorável a Jackie. “Se ele quisesse, poderia ter me ultrapassado”, afirmou o vencedor. Emerson Fittipaldi, que se acidentara com gravidade na Holanda e foi 6º na Alemanha, perdeu também a vice-liderança do Mundial de Pilotos para François Cevert, que vinha 15 pontos atrás de “Le Patron”.

A sorte também estava ao lado de Stewart: em Zeltweg, palco do GP da Áustria, as duas JPS Lotus dispararam na ponta e Fittipaldi, que assumiu a ponta na 17ª volta, tinha tudo para ganhar. Mas o motor Cosworth de seu carro fundiu e ele ficou a ver navios. Ronnie Peterson venceu, resultado importante para a equipe de Colin Chapman na briga contra a escuderia de “Tio Ken”. Stewart chegou em segundo e ampliou sua liderança para 21 pontos. A corrida de Cevert acabou após apenas cinco voltas.

Mais uma vez o GP da Itália poderia decidir o campeonato: em 9 de setembro, 24 pilotos largaram para a 13ª etapa do Mundial. Stewart, líder da temporada, era o sexto colocado no grid, com Cevert, vice-líder, em 11º. Fittipaldi, que precisava da vitória e de um resultado de Stewart fora dos pontos para se manter vivo na briga pelo bicampeonato, largou em quarto.

Emerson avançou logo para segundo, atrás de Peterson, quando a bandeira foi baixada. Stewart pulou para quarto e Cevert para sétimo, passando a sexto na segunda volta após deixar para trás a Ferrari de Arturo Merzario. Na 8ª volta, furou o pneu traseiro esquerdo da Tyrrell de Stewart, que perdeu uma volta em relação aos líderes e caiu para vigésimo.

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Com um pneu traseiro esquerdo furado em sua Tyrrell, Stewart caiu para 20º e recuperou-se para conquistar o tricampeonato com um quarto lugar no GP da Itália, em Monza

Furioso, Jackie empreendeu uma vigorosa recuperação, tirando a volta que o separava dos primeiros colocados. Na metade das 55 voltas previstas, o piloto já estava na 8ª posição. Passou à zona de pontuação ao superar a Surtees de Mike Hailwood na 37ª volta e depois ultrapassou Carlos Reutemann para chegar ao quinto posto. Na frente, Emerson não conseguia superar Ronnie Peterson e aí sim a Tyrrell mandou inverter: Cevert abriu para “Le Patron” chegar em quarto e liquidar a fatura. Aos 33 anos, com 98 GPs disputados e 27 vitórias, John Young Stewart sagrava-se tricampeão mundial de Fórmula 1.

O fim da temporada se aproximava e Stewart, feliz pela conquista e sempre acompanhado da fiel companheira Helen McGregor, anunciou que se retiraria das pistas ao fim da temporada. Entrementes, para a disputa do GP do Canadá, a Tyrrell inscreveu um terceiro carro: a pé desde que ficara sem carro com o fim do projeto da Tecno, Chris Amon recebeu um chassi do modelo 005 para correr em Mosport Park.

Foi uma corrida confusa: Stewart chegou num modesto 5º lugar e Amon foi o décimo, numa prova que teve chuva, acidentes e a presença inédita de um Safety Car. Entre os acidentados, François Cevert – abalroado por Jody Scheckter. O francês ficou possesso, mas nada pôde fazer a não ser lamentar a perda da vice-liderança do Mundial de Pilotos para Emerson Fittipaldi. De resto, era ir para Watkins Glen encerrar da melhor forma possível o campeonato e comemorar a promoção para número #1 da Tyrrell em 1974.

Mas a tragédia se encarregou de destruir tudo…

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Os últimos momentos a bordo da Tyrrell 006 #6

Nos primeiros treinos, Cevert, motivado pela chance que lhe seria oferecida por Ken Tyrrell, andou melhor que Jackie Stewart. Fez o 4º tempo com 1’40″444, quase dois décimos melhor que Jackie Stewart, sexto colocado. Os dois tinham acertos distintos: enquanto o francês usava a quarta marcha nos esses de alta, “Le Patron” ‘espetava’ a quinta – e tinha uma boa razão para isso: naquele trecho, o asfalto era muito ondulado.

Na manhã de 6 de outubro de 1973, os pilotos entraram na pista para mais um treino livre, o último antes da segunda prática cronometrada. Faltavam seis minutos para acabar a sessão. Cevert abotoou o macacão, calçou as luvas, o capacete “bleu-blanc-rouge”, piscou distraidamente para alguma menina bonita que passeava pelo paddock e ganhou a pista com sua Tyrrell 006.

Ken Tyrrell disparou o cronômetro para marcar a volta de seu pupilo. E logo todos perceberam que algo de errado acontecera quando o carro #6 demorou mais do que o necessário para completar uma volta. O treino foi interrompido por bandeira vermelha. E só aí se soube as extensões reais do drama.

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O carro capotou após Cevert perder o controle nos esses de alta: morte instantânea

Segundo se soube posteriormente, Cevert perdeu o controle de seu carro nos esses de alta velocidade após os boxes. O francês passou forte demais numa lavadeira, uma das rodas bateu na guia e o carro foi projetado de encontro ao guard-rail, capotando posteriormente. Nada pôde ser feito: Cevert foi degolado pelas lâminas da barreira a mais de 200 km/h. Morte instantânea. Uma vida se perdia. Mais uma…

Jody Scheckter foi o primeiro piloto a parar perto dos destroços. Ficou horrorizado com a cena. Depois, chegou Jean-Pierre Beltoise, casado com a irmã de François, Jacqueline e, portanto, cunhado do piloto da Tyrrell. Amon e Stewart, igualmente chocados, chegaram aos boxes com os semblantes tristes. Foi Jackie quem deu a notícia da morte trágica de Cevert à imprensa internacional.

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François Cevert (1944-1973): o Rei do Charme na Fórmula 1, objeto de desejo do público feminino, deixou saudades

A Tyrrell e a Fórmula 1 não perderam apenas um piloto. Perderam uma personagem carismática, inteligente, charmosa e, também, talentosa. François Cevert, o galã das pistas, desaparecia de forma trágica aos 29 anos de idade deixando no ar uma indagação se em 1974 poderia ser de fato o sucessor de Jackie Stewart nas pistas.

Não havia motivo algum para Stewart encerrar sua carreira com 100 GPs disputados. Enlutada, a Tyrrell retirou-se do GP dos EUA e Jackie assistiu à corrida em estado de torpor absoluto ao lado de sua Helen. A vitória numa corrida pouco prazerosa foi de Ronnie Peterson, resultado que tirou da equipe dos carros azuis o título do Mundial de Construtores.

Subitamente, o posto de número #1 da principal categoria do automobilismo ficava vago e um dos prováveis sucessores estava morto. Como a Tyrrell encararia a vida sem Jackie Stewart? Isso, só lendo no próximo post da série.

4 comentários

  1. Gustavo Oliveira disse:

    Excelente texto. E que época para a F1! Muito se fala dos anos 80 hoje em dia, mas acho que os 70 é que são os principais responsáveis pela categoria ter se firmado como tal.

    Uma pena que esse status de categoria rainha esteja mais ameaçado do que nunca hoje em dia.

  2. Wallace Michel disse:

    A morte do Cevert junto com a aposentadoria do Vesgo encerrou a época dourada da Tyrrell, que aos poucos foi ficando uma equipe de final de pelotão. Ainda por cima, a ELF deixou o time a ver navios.

  3. Marcus Lima disse:

    Sei que o tempo deve estar escasso, mas não nos deixe orfao do fim dessa serie!

  4. Carlos Alberto disse:

    Grande Rodrigo!

    Por favor, não deixe de continuar com a série sobre a Tyrrell. Visito seu excelente blog todos os dias, sempre na expectativa de encontrar a continuidade deste “seriado”.

    Forte abraço!

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