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5 de dezembro de 2014 - 15:37United Sports Car Championship

OAK Racing fora do TUSC em 2015

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O ano de 2014 foi bom, mas a OAK Racing pretende não regressar ao Tudor United SportsCar na próxima temporada

BUENOS AIRES – Após uma boa participação na primeira temporada do Tudor United SportsCar Championship, com vitórias e pole positions primeiro com o Morgan LMP2 e depois com o novíssimo Ligier JS P2, primeiro protótipo Coupé comercializado pela Onroak Automotive de Jacques Nicolet, a equipe francesa OAK Racing decidiu pôr fim à sua aventura estadunidense. O foco será agora a comercialização de seus carros na América do Norte, iniciada com a venda de dois chassis para a Krohn Racing e a MSR de Michael Shank. O primeiro é presença certa nas 24h de Daytona, em janeiro, uma vez que já vem sendo testado com regularidade nos EUA e Europa. Já o carro da equipe de Oswaldo Negri chegou apenas nesta semana na sede do time, em Ohio.

É, inclusive, o mesmo chassi com que Ho-Pin Tung, Alex Brundle e Gustavo Yacamán competiram nas provas finais do TUSC, usando motor HPD (leia-se Honda). Esse carro foi entregue à MSR porque a equipe pretende estreá-lo já em Daytona. Se fosse adquirido um chassi “zero bala”, a Michael Shank só o teria em fevereiro, não correria com ele na primeira prova do ano e só o apresentaria para as 12h de Sebring. Para Nicolet foi bom: evitou que o francês ganhasse uma tremenda dor de cabeça com a não-comercialização desse carro, que estava na Flórida, arrumando serventia para ele. E agora ele pode se concentrar nas vendas e negócios, talvez indicando que a G-Drive Racing mantenha a parceria com a OAK em 2015 com dois chassis na classe LMP2.

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1 comentário

  1. Fernando Lima disse:

    é um competidos a menos na classe LMP2, que foi tão prejudicada nesta 1ª temporada do TUSCC. Em compensação, teremos o ingresso na classe de 2 Ligier de times que migraram.Espero que o BoP seja menos liberal com os DP’s em relação ao que foi este ano. O ideal seria que os 2 tipos de carros tivessem iguais condições, deixando a escolha dos times por critérios técnicos e financeiros.

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