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24 de janeiro de 2017 - 17:18WTCC

WTCC: temporada 2017 começa a apresentar primeiras novidades

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Esta será a programação visual do Citroën C-Elysée, novo carro da Münnich Motorsport, que repatriou o britânico Rob Huff, que acabou de deixar a Honda no WTCC (Foto: Münnich Motorsport/Reprodução)

RIO DE JANEIRO – O Mundial de Carros de Turismo (WTCC) começa a apresentar as primeiras novidades com vistas à temporada 2017, em que os organizadores confirmaram a divisão do grid em duas classes, para trazer mais carros, equipes e competidores. O panorama nos últimos anos não tem sido dos mais animadores: a criação do regulamento TC1 não surtiu o efeito desejado e duas das quatro montadoras que faziam parte do plantel caíram fora: Lada e Citroën tiraram o investimento oficial da competição, com os russos se bandeando para o TCR e os franceses voltando ao Mundial de Rali com toda a força.

Apesar disso, os Citroën C-Elysée continuarão sendo vistos nas pistas em 2017 e até os Lada Granta poderão ficar: os carros construídos no ateliê da Oreca têm chance de regressar às pistas neste ano, mediante uma parceria dos franceses com a Russian Bears Motorsport, num acordo que agrada não só ao russo Viktor Shapovalov como também aos organizadores do WTCC, que por contrato se obrigam a alinhar pelo menos 16 carros dentro do regulamento TC1 neste ano.

Uma possível permanência dos carros Lada faria com que o veteranaço Gabriele Tarquini pudesse continuar nas pistas. Aos 54 anos, o simpático piloto italiano ainda quer seguir acelerando no Mundial de Carros de Turismo. Uma coisa é certa: se os russos seguirem, Hugo Valente está fora.

Cinco pilotos já estão confirmados e o primeiro deles foi o britânico Tom Chilton, que renovou seu acordo no início deste mês com a Sébastien Loeb Racing para mais uma temporada. A Honda encerrou seu vínculo com Robert Huff e o britânico rapidamente fechou um contrato com a equipe de René Munnich (que já defendera ao volante de um Seat em 2013) para correr também de Citroën C-Elysée, numa das grandes novidades do próximo campeonato.

Os japoneses não se vexaram e rapidamente anunciaram o substituto de seu antigo piloto: o japonês Ryo Michigami, de 43 anos, foi confirmado como piloto titular da Castrol Honda Team JAS, dividindo o time com Tiago Monteiro e Norbert Michelisz.

A sueca Volvo será a outra marca que continua no WTCC em caráter oficial, com os nórdicos ainda quietos quanto à formação da dupla de pilotos – ou trinca, pois seria interessante à Polestar Cyan Racing ampliar o leque de carros do construtor para três S60 no grid. Os argentinos dão como certa a chegada de Néstor “Bebu” Girolami, bicampeão do Super TC2000 por aquelas plagas e que esteve na Stock Car brasileira ano passado, para disputar a temporada completa. “Bebu” fez sua estreia na rodada de Twin-Ring Motegi, no Japão, deixando excelente impressão com um 5º lugar conquistado numa das corridas.

A temporada 2017 do WTCC terá 10 rodadas e 20 etapas, com início no dia 9 de abril no circuito Moulay El-Hassam, no Marrocos.

4 comentários

  1. Gustavo disse:

    Taí uma categoria que poderia voltar a correr em terras tupiniquins.

  2. Fernando Silva disse:

    Particularmente eu gosto dos carros atuais do WTCC, bem mais rápidos que os anteriores. mas, sem um grid minimamente razoável, nenhuma categoria sobrevive. E Gabriele Tarquini já virou uma lenda, espero que façam de tudo para mantê-lo na pista.

  3. Gustavo disse:

    Por falar em WTCC, existe um vídeo que não me canso de assistir, e que merece ser compartilhado: uma volta no Nürburgring Nordschleife a bordo de um Citroën WTCC 2014 pilotado por Sébastien Loeb.

    https://www.youtube.com/watch?v=nGFdZM2vGNs

    Esse cara é da categoria Gênio.

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