Sem (alguns) choques

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Calendario WEC 2019-20

RIO DE JANEIRO (Todo mundo gostou!) – A organização do Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC) anunciou nesta quinta-feira pequenos ajustes no calendário da temporada 2019/20 da competição – que serão ainda aprovados pelo Conselho Mundial da FIA, na reunião que acontece no próximo dia 12 de outubro em Paris, na França.

Principalmente porque os ajustes foram feitos para evitar o choque de datas com dois eventos: o GP do Japão de Fórmula 1 e a Petit Le Mans, última etapa da IMSA – embora, com outras provas e datas, seja inevitável a coincidência de eventos.

Desta vez, os pilotos têm a agradecer – e não só eles. Jornalistas, demais profissionais do automobilismo e principalmente os fãs devem ficar satisfeitos com a mudança.

No calendário apresentado em agosto por ocasião das 6h de Silverstone, a etapa de Fuji seria no dia 13 de outubro. A corrida foi antecipada em uma semana, para não haver coincidência com a categoria estadunidense de Endurance e com a Fórmula 1 no Japão. A etapa de Xangai também foi movida para uma semana antes do previsto, evitando assim o choque de datas com o GP do Brasil de Fórmula 1 e com os eventos do Grande Prêmio de Macau.

Mas com outras categorias e provas foi impossível evitar a coincidência de datas. A corrida inglesa que abre o WEC em 2019/20 será no mesmo fim de semana do GP da Bélgica em Spa-Francorchamps e da final do Blancpain Endurance Series, em Nürburgring.

E as 6h de São Paulo, no dia 1º de fevereiro de 2020, devem ser exatamente por ocasião de mais uma prova das 12h de Bathurst, em Mount Panorama, na Austrália – embora a data dessa corrida sequer tenha sido anunciada ainda.

Sobre o Autor

Rodrigo Mattar

3 Comentários

  • Tem uma coisa que sempre me intrigou no calendário do WEC, porque nunca nem se cogitou uma etapa na Austrália? Um pais riquíssimo, que ama automobilismo e cheio de pistas pra lá de interessantes – chegando ao cúmulo de estarem construindo um segundo circuito em Mount Panorama.

    Sei do valor comercial da China e do quanto o Bahrain deve pagar pra ter essa corrida, mas não tem como se acostumar em ver em mundial com tão poucas corridas visitar esses autodromos.

    • Boa sugestão.
      Senti falta de corrida em dois países: Alemanha e Itália.
      Corrida de resistência é tão complicada e cara de organizar?

      • Complicada não. Cara é, como qualquer categoria do automobilismo.

        Só que o ACO e a FIA querem fazer um número limite de oito ou nove provas e não comporta no calendário mais uma etapa em solo europeu além das três que já existem.

Por Rodrigo Mattar

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Perfil

Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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