RB15

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RIO DE JANEIRO – Na quarta-feira de apresentações triplas, a Red Bull também caprichou na divulgação das primeiras imagens do seu RB15, o primeiro chassi rubrotaurino a receber no cofre do motor o nome Honda.

É até engraçado: o nome oficial da escuderia chama-se Aston Martin Red Bull Racing. Até porque o fabricante britânico só está envolvido com a Fórmula 1 por conta da participação de Adrian Newey no projeto e desenvolvimento de um carro para a fábrica de Gatwick, o Hypercar Valkyrie.

Mas se está bom para todas as partes e o carro anda – como se nota na imagem abaixo – tá tudo certo. Essa é a arma que Max Verstappen e Pierre Gasly terão em mãos para confrontar Mercedes-Benz e Ferrari em 2019.

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Mais do que tentar se livrar do status de terceira força, a missão da Red Bull é provar que a parceria pode ser frutífera. Responsabilidade – enorme – para a Honda, que tem que provar que seu motor pode ser competitivo.

Se fizer isso com sua nova dupla de pilotos, a equipe está de parabéns.

Em tempo: vou me juntar a muitos nas redes sociais e torcer para que o layout apresentado hoje no lançamento do RB15 seja exatamente esse, para a temporada completa. A Fórmula 1 precisa quebrar um pouco da mesmice. A Mercedes já caprichou no visual do W10. Que a Red Bull, sempre tão associada a inovação e radicalidade, faça o mesmo.

Sobre o Autor

Rodrigo Mattar

1 Comentário

  • Torcendo muito para o motor Honda fazer jus a fabrica e dar trabalho pra equipes que estão atualmente na frente, que continuem brigando por pódios e beliscando vitórias ao menos.

    Minha preocupação é se a turma da Red Bull terá paciência caso este ano a Honda ainda não tenha acertado o motor… acho que se esta parceria não der resultados logo, será novo adeus dos japoneses.

Por Rodrigo Mattar

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Perfil

Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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