MENU

8 de abril de 2019 - 17:05Fórmula Indy

Meia-meia

ALONSO-INDY-3

 

RIO DE JANEIRO – Aí está: em clique feito nas instalações de Woking, eis o Dallara Chevrolet de Fernando Alonso, que a McLaren inscreverá para proporcionar ao espanhol o sonho de alcançar a Triplice Coroa do Automobilismo (GP de Mônaco, 24h de Le Mans e Indy 500), que só Graham Hill possui desde 1972.

Decorado com as cores que a equipe adotou para o Mundial de Fórmula 1 deste ano, o bólido está inscrito com o numeral #66 numa clara alusão à primeira vitória de um carro do construtor britânico no oval mais famoso do planeta.

Em 1972, Mark Donohue alcançou o triunfo com um McLaren M16 de motor Offenhauser alinhado por Roger Penske e decorado exatamente com o número #66. O carro – que seria inclusive testado tempos depois por Emerson Fittipaldi – voltaria a ganhar duas vezes mais a clássica prova nos anos de 1974 e 1976, com Johnny Rutherford.

A lista de inscritos para a Indy 500 2019 já conta com 34 carros e 33 pilotos confirmados. Caso a última vaga, da Harding Steinbrenner Racing, seja preenchida, teremos um treino eliminatório no dia 19 de maio, um domingo. Existe ainda uma chance da Juncos Racing inscrever pelo menos um carro, mas por enquanto nada está garantido. Isso aumentaria o total de inscritos para pelo menos 35 participantes.

A Indy resolveu mudar o antigo procedimento do “Bump Day”, transformando-o numa sessão qualificatória para definir a última fila onde os pilotos que ficarem com as marcas a partir do 31º lugar após a sessão do dia 18, aliás, tenham uma última chance de se qualificar. Os mais lentos, caso haja um número superior aos 33 permitidos no grid, ficarão de fora da prova.

Alonso fez uma bela estreia em Indianápolis há quase dois anos, mesmo que com o motor Honda e na versão anterior do Dallara DW12: o piloto largou em 5º lugar como o mais rápido dos novatos e liderou 27 voltas – antes do propulsor se entregar na volta 179.

Numa corrida tão atípica, liderada pelo maior número de voltas por ninguém menos que Max Chilton e ganha por Takuma Sato, Ed Jones foi o melhor novato na chegada com um incrível 3º posto. Mas a organização deu o título de “Rookie of The Year” para Alonso, mesmo.

3 comentários

  1. Leandro disse:

    A última participação dele na Indy 500 foi muito bacana, parecia um sonho ele liderando, foi uma pena o motor não ter aguentado, torço muito para que ele consiga.

  2. PRNDSL disse:

    Eu estava no autódromo em 2017. O motor do Alonso abriu o bico bem na minha frente, +/- no primeiro 1/4 da reta de chegada…

  3. Eduardo Alves disse:

    Don Fernando continua o mesmo pé frio, este ano os motores Honda dominam a Indy, já os chevy….

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *