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17 de julho de 2019 - 12:35Mundial de Endurance

Prévia da abertura do WEC 2019/20 com 30 carros em Silverstone

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RIO DE JANEIRO (Sempre se pode piorar…) – A oitava temporada do Mundial de Endurance (FIA WEC) vai mesmo começar desfalcada. Não só das equipes que debandaram, como também das que permaneceram. A Rebellion Racing confirmou apenas um único carro para a prova de abertura do campeonato, as 4h de Silverstone, marcadas para 1º de setembro.

Assim, o grid reduz seu total para 30 carros e os LMP1 serão somente cinco.

A Rebellion ainda não confirmou seus pilotos. O time anglo-suíço levará cinco para o Prólogo de Barcelona. Além de Bruno Senna, Gustavo Menezes e Nathanaël Berthon, que encerraram o último campeonato, o time chama Felipe Nasr e Norman Nato para os testes da próxima semana.

Em cada carro da Ginetta já estão garantidos Charlie Robertson e Mike Simpson – porém o protótipo ainda carece de homologação. Sendo assim, a Toyota é a única equipe da classe principal com pilotos confirmados.

Já a LMP2 tem seu plantel de oito equipes totalmente definido – e o brasileiro André Negrão permanece para defender seu título na Signatech Alpine Elf, ao lado agora de novos parceiros e antigos rivais: os franceses Thomas Laurent e Pierre Ragues. A Racing Team Nederland promoverá a estreia de Job Van Uitert no WEC, substituindo Nyck de Vries – que no mesmo fim de semana tem compromisso com a Fórmula 2 (na qual é o líder do campeonato) em Spa-Francorchamps.

Entre as novidades, além da estreia de quatro novas equipes na competição, vários pilotos vão estrear na categoria. Entre eles os britânicos Phil Hanson e Paul Di Resta, o japonês Kenta Yamashita, o dinamarquês Anders Fjørdbach, os suíços Alexandre Coigny e Antonin Borga, além dos italianos Giorgio Sernagiotto e Roberto Lacorte.

Na LMGTE-PRO, a AF Corse não definiu o parceiro de Davide Rigon no carro #71. Sam Bird deve dar prioridade à Fórmula E na próxima temporada e não ficará no time italiano. O espanhol Miguel Molina, líder do Blancpain GT World Challenge America junto a Toni Vilander, é forte candidato.

A classe LMGTE-AM apresenta também novidades. A principal delas é a saída de Matteo Cairoli da Dempsey Racing-Proton, com o piloto italiano confirmado no carro #56 da Project 1 Racing ao lado de David Heinemeier-Hänsson e Egidio Perfetti. Assim, está desfeita a trinca campeã da última Super Season, já que somente Jörg Bergmeister está por enquanto como o único confirmado no #57.

Haverá algumas estreias: Bonamy Grimes e Charlie Hollings estarão defendendo a Red River Sport e Nicklas Nielsen estará no #83 da AF Corse. Thomas Preining estará no lugar de Cairoli no #88 da Dempsey Racing-Proton e várias vagas seguem em aberto, podendo ser definidas (ou não) no Prólogo de Barcelona. Vários pilotos serão testados pelos times LMGTE-AM na Espanha.

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2 comentários

  1. Gabriel Medina, O outro disse:

    Não vou ficar nada decepcionado se a Toyota terminar essa temporada sozinha na P1.

  2. Jonny'O disse:

    Ao menos a categoria top terá que fazer este ano de transição com nenhum apelo que deixe o torcedor empolgado , realmente uma pena a falta ou dificuldade dos cartolas em agir rapidamente na direção do torcedor , nunca vou entender isso .Custava terem feito 2 anos com os DPi junto pra ter um formato mais interessante de transição ? tava tudo ai pronto ,era só adequar um pouco aqui e ali que os LMP1(não híbridos) e os DPi ,teriam um interessante campeonato. Mas enfim não foi assim e vou esperar por 2021. Ano sabático de interesse por Le Mans.

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