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9 de agosto de 2019 - 14:54Mundial de Endurance

Recrutas da Rebellion

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RIO DE JANEIRO - A imagem acima revela a tripulação do único carro da Rebellion Racing para a temporada 2019/20 do Mundial de Endurance (FIA WEC), onde a equipe anglo-suíça terá como rivais a Toyota e o Team LNT. Mesmo tendo anunciado um segundo carro full season para a temporada, decidiu-se por alinhar um único protótipo Rebellion R13 de motor Gibson V8 4,5 litros.

A escolha não chega a ser uma surpresa: Bruno Senna já está na equipe desde a temporada de 2017, conquistou o título mundial da LMP2 naquele ano junto a Julien Canal e é um dos mais experientes nomes da competição – provavelmente um dos únicos a ter guiado carros nas quatro categorias. Será a quinta temporada completa do piloto brasileiro de 35 anos no WEC.

Filho de brasileiros e nascido na Califórnia, Gustavo Menezes vai para o quarto campeonato seguido no Mundial de Endurance. Campeão da LMP2 em 2016 pela Signatech-Alpine, juntou-se à Rebellion no último campeonato, onde subiu quatro vezes ao pódio – herdando também a vitória em Silverstone quando os dois Toyota (que ganharam em dobradinha) foram desclassificados por irregularidades técnicas.

A novidade é o francês Norman Nato, que treinou no Prólogo em Barcelona e desbancou os outros pilotos que andaram, como o brasileiro Felipe Nasr e o também francês Nathanël Berthon, que fechou a Super Season no posto de Mathias Beche. Aos 27 anos, ele fará sua primeira temporada completa na categoria, tendo estreado com a TDS Racing na classe LMP2.

Vale lembrar que Neel Jani e Andre Lotterer, que compunham a trinca com Senna no carro #1, foram para a Porsche na Fórmula E. Thomas Laurent, outro integrante da equipe, foi contratado pela Toyota para ser piloto reserva – sendo proibido pelos japoneses de seguir na Rebellion em 2019/20.

“Estamos muito felizes por estarmos confiantes para uma nova temporada com Gustavo (Menezes) e deixar seu talento falar na pista. A equipe está extremamente orgulhosa de sempre incluir em suas fileiras um dos melhores pilotos de resistência, na pessoa de Bruno Senna. Nós não podemos esperar para ver Norman Nato andar num LMP1. Ele nos surpreendeu no prólogo de Barcelona ao domesticar rapidamente o Rebellion R13. Agora, vamos à luta em Silverstone”, proclamou o proprietário da Rebellion Racing, Alexandre Pesci.

1 comentário

  1. Amaral disse:

    Fico super feliz quando vejo pilotos que não tiveram chance de chegar a F-1, ou que não conseguiram se firmar, seja qual o motivo, fazem seu trabalho em outras categorias, em vez de ficar choramingando que não estão na Mercedes ou na Ferrari…
    Esse Norman Nato outro dia tava batendo roda na GP2. Hoje está aí, mostrando que há vida fora da F-1. Quanto ao Bruno Senna, esse já sabe disso há muito tempo. Pode não ter metade do talento que o tio tinha (o que não é um demérito, visto que o tio era de outro planeta), mas se fosse ruim não conseguia vaga pra pilotar. É bom piloto, sem dúvida. Só que o torcedor médio queria um outro extraterrestre.

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