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15 de outubro de 2019 - 00:24Túnel do Tempo

Direto do túnel do tempo (457)

RIO DE JANEIRO – Celebramos a excelência das participações brasileiras no Endurance internacional e, subitamente, o Facebook me lembrou que eu postei, num dia 15 de outubro, como este – só que em 2013 – a foto de um carro especial.

Reproduzo-a no blog, apesar da pouca nitidez e definição, porque trata-se de um momento ímpar: foi a primeira vitória de um piloto brasileiro no World Sportscar Championship, que de 1953 a 1992 foi o Mundial de Endurance – revivido desde 2012 no formato atual.

Dia 24 de maio de 1981, 1000 km de Nürburgring, no Nördscheleife. Com esta BMW M1 Grupo 5 número #12 inscrita pela GS Tunning e com patrocínio BASF, Nelson Piquet Souto Maior venceu em dupla com Hans-Joachim Stuck um dos clássicos daquele campeonato – era a terceira de um total de 15 etapas, disputada por 67 carros.

Eles largaram da 5ª posição e tinham 20 segundos de vantagem para Reinhold Joest/Jochen Mass, que guiavam um protótipo Porsche 908/80 Turbo. Até que, infelizmente, a corrida teve de ser interrompida: um acidente com outro Porsche, o de número #3, guiado por Siggi Brunn e Herbert Müller, tirou a vida do piloto suíço, que tinha 41 anos apenas.

Aliás, neste 15 de outubro, celebramos também a conquista do bicampeonato de Fórmula 1 pelo brasileiro, que derrotou o esquadrão francês formado por René Arnoux, Alain Prost e Patrick Tambay. Procurem no blog a série que relembrou esse título histórico.

Há 38 anos, direto do túnel do tempo.

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4 comentários

  1. Gustavo disse:

    Bons tempos… a propósito: algum piloto titular da F-1, hoje, disputa provas em qualquer outra categoria?

  2. Jonny'O disse:

    Mas recentemente Alonso fez este trabalho, espero que outros sigam o mesmo exemplo.

  3. Rodrigo disse:

    Rodrigo, não consigo entender como ainda não se produziu um filme sobre o Nelsâo!
    Na boa, na minha opinião, esse cara é um dos maiores gênios da história do automobilismo mundial. O que esse cara fez pré F1 e na própria F1 é indiscutivelmente único.
    O Brasil teve outros caras fantásticos, a começar pelo Emerson que abriu as portas e convenceu a todos, inclusive ao próprio Nelson, que era possível vencer na Europa.
    Mas nada se compara ao que o Nelson fez, absolutamente nada!!!

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