Agora vai?

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RIO DE JANEIRO – Parece que vai: amanhã, por volta de 13h30 de Brasília, será realizada entrevista coletiva da qual participarão Pierre Fillon, presidente do Automobile Club de l’Ouest e o Chairman da IMSA Jim France.

Nessa coletiva, deverá ser confirmada a convergência de regras que farão com que os protótipos DPi a serem homologados para a temporada 2022 possam competir em provas do WEC e nas 24h de Le Mans – e vice-versa, o que traria os Hypercars às provas da IMSA.

Nos últimos seis meses, franceses e ianques tiveram diversas reuniões e o final feliz de tudo isso será confirmado nesta sexta-feira. A bem da verdade, é uma decisão muito mais benéfica para o ACO do que para os estadunidenses.

Para 2020/21, no primeiro campeonato dos Hypercars, só há três construtores e um deles pode subir no telhado, que é a Aston Martin. Apenas com Toyota e Glickenhaus, os outros dois únicos construtores que têm projetos além dos britânicos, é muito pouco para atrair novos participantes – a Peugeot estreia somente em 2022/23, via Rebellion Racing.

Com a devida aprovação de Mazda, Cadillac e Acura (leia-se Honda), será elaborado o regulamento DPi 2.0 com sistemas híbridos de um único fabricante – aliás e a propósito –  atuando junto aos propulsores à combustão. A proposta pode atrair novos players e espera-se que a Ford esteja entre eles.

Cruzemos os dedos…

Sobre o Autor

Rodrigo Mattar

2 Comentários

  • Prezado Rodrigo Mattar

    Gostei do seu “Agora vai ?”

    Que saudades do regulamento FIA dos anos 60/70 para esportes protótipos!
    Equipes oficiais das fabricas, Ferrari, Porsche e todas as demais Chaparral, Matra Lola etc…
    Livro amarelo da FIA (Year book of Automobile Sport ou como preferir Annuaire du Sport Automobile)

    Um grande abraço, e por favor manda um outro para o “Mestre” Edgard Mello Filho.

    Jose Paulo de Macedo Soares Junior

Por Rodrigo Mattar

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Perfil

Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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