G-Drive ‘carimba’ faixa dos campeões em Portimão

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Campeã e vice na LMP2 e campeã na LMP3: a United Autosports celebra uma temporada dos sonhos em Portimão e quatro vagas automáticas para as 24h de Le Mans 2021

RIO DE JANEIRO – A United Autosports perdeu a invencibilidade na temporada 2020 do European Le Mans Series e justo na última corrida da temporada, as 4h de Portimão, na terra de um dos campeões de pilotos. Filipe Albuquerque e Phil Hanson tiveram a faixa ‘carimbada’  pela G-Drive Racing, que pelo menos saiu com honra de Portugal, com o triunfo conquistado por Mikkel Jensen/Nyck De Vries/Roman Rusinov, que fecharam a disputa com 147 voltas percorridas.

Albuquerque/Hanson pelo menos terminaram em 3º e subiram ao pódio na última, consolidando um ano de sonho do time de Richard Dean e Zak Brown, coroado também com o vice-campeonato do #32 de Job Van Uitert/Alex Brundle/Will Owen. Outro destaque do domingo foi o Duqueine Team, segundo colocado da última etapa com o trio formado por Tristan Gommendy/Konstantin Tereschenko/Jonathan Hirschi.

Apenas os cinco primeiros fecharam na mesma volta e de novo a Panis Racing foi a equipe que teve a melhor performance na disputa da LMP2 entre os clientes da Goodyear, justamente com o 5º lugar de Will Stevens/Julien Canal/Nico Jamin.

Além das vagas diretas conquistadas para as 24h de Le Mans de 2021 – sem contar a do WEC pelo título da LMP2 – a United Autosports ainda levou mais uma: o trio Wayne Boyd/Tom Gamble/Ross Wheldon também levou a taça da LMP3 para o time britânico com um triunfo categórico nas 4h de Portimão, derrotando a Realteam Racing com a dupla Julien Gerbi/David Droux e a Inter Europol Competition, principal rival da escuderia líder e favorita ao título, com Dino Lunardi/Martin Hippe – este último acabou sozinho como o vice-campeão de pilotos.

Já a temporada da LMGTE foi decidida por um detalhe: Proton Competition e Kessel Racing ficaram RIGOROSAMENTE IGUAIS nos pontos – 99; nas vitórias – duas para cada; nos segundos lugares – dois para cada; em pole positions – uma para cada.

Pelo regulamento, o que decidiu o título foi a primeira vitória do ano. A Proton triunfou em Paul Ricard antes que a Kessel, vitoriosa em Spa-Francorchamps. E assim foi: no duelo igual entre alemães e helvéticos, o trio Christian Ried/Alessio Picariello/Michele Beretta ficou à frente de David Perel e Michael Broniszewski.

Na pista, o pódio em Portimão foi composto pela trinca vencedora com o Porsche #77, pelo trio da Kessel e a Ferrari #74 e a Spirit of Race, que fora 3ª colocada. Porém, Matt Griffin não alcançou o tempo mínimo de guiada exigido para um piloto de graduação Ouro e a trinca do #55 foi penalizada com um acréscimo de 30 segundos no tempo total.

Assim, a Iron Lynx herdou os pontos com o trio Andrea Piccini/Rino Mastronardi/Sergio Pianezzola.

Sobre o Autor

Rodrigo Mattar

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Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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