CategoriaEquipes Históricas

Equipes históricas – Jordan, parte VI

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RIO DE JANEIRO – A falta de tempo do blogueiro para se dedicar a postagens mais trabalhadas e extensas deixou a série das “Equipes Históricas” tão intermitente, quanto abandonada. Já tantas vezes prometi voltar e, quando vejo, o último post data do último dia… do ano passado. Melhor do que prometer é retomar as postagens e é o que faço neste dia 23 de agosto. Muito bem:...

Equipes históricas – Jordan, parte V

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RIO DE JANEIRO – O fim de ajudas como suspensões ativas e controles de tração nos carros de Fórmula 1 para a temporada de 1994 poderia ser extremamente benéfico para a Jordan. A escuderia britânica tivera uma terceira temporada de vários percalços e alguns bons momentos, culminando com a conquista de três pontos no GP do Japão. Portanto, o quarto ano da equipe poderia ser bem melhor do que...

Equipes históricas – Jordan, parte IV

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RIO DE JANEIRO – A Jordan viveu céu e inferno num curto espaço de tempo – e não era pra menos: após uma estreia impactante em 1991, tiveram um péssimo campeonato em 1992, o que pôs dúvidas sobre o legítimo potencial da equipe sediada na Inglaterra. A solução era mudar tudo para o campeonato de 1993 e buscar alternativas saudáveis para uma temporada que se avizinhava difícil, diante do...

Equipes históricas – Jordan, parte III

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RIO DE JANEIRO – O primeiro ano da Jordan Grand Prix foi espetacular para uma equipe estreante. Quinta colocada com 13 pontos no campeonato de 1991, a escuderia britânica tinha objetivos muito claros para sua segunda temporada – conseguir resultados tão bons ou até superiores em 1992. Desde que não tivesse que pagar pelos motores, principalmente os Ford, já que a Benetton não abria...

Equipes históricas – Jordan, parte II

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RIO DE JANEIRO – O ano era 1990. Naquela temporada, a Fórmula 1 assistia a mais um embate entre Ayrton Senna e Alain Prost, que naquele ano trilhavam caminhos opostos, com o brasileiro seguindo na McLaren e o francês assumindo o papel de piloto principal da Ferrari. Em meio à rivalidade que marcou toda uma geração, a Jordan Grand Prix dava seus primeiros passos rumo à estreia na categoria...

Equipes históricas – Jordan, parte I

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RIO DE JANEIRO – Sim, leitoras e leitores. Sei que na enquete que fiz no Twitter deu Brabham. Que muitos queriam vista aqui contada a história da equipe de Jack Brabham. Mas vou atender o pedido de quem quis a outra escuderia e está iniciada a saga da Jordan Grand Prix aqui no blog. O fundador da equipe é o “Peruca” Eddie Jordan, irlandês nascido em 1948 que foi piloto de...

Equipes históricas – Prost, parte V (final)

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RIO DE JANEIRO – A série das Equipes Históricas aqui no blog virou aquelas obras que duram décadas para ficarem prontas. Mais ou menos como se faz em muito lugar por aí. Mas a gente dá um jeito e termina enfim de falar sobre a trajetória da Prost Grand Prix, que na temporada 2000 viveu o pior momento de sua passagem na Fórmula 1, desde que Alain Prost comprou a Ligier. Não é para menos. Ao...

Equipes históricas – Prost, parte IV

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RIO DE JANEIRO – O ano de 1999 tinha sido até razoável para a Prost Grand Prix em termos de resultados e performance, mas para o quarto ano da equipe que levava o nome do tetracampeão mundial de Fórmula 1, houve mudanças substanciais – principalmente em relação à dupla de pilotos. Em substituição a Olivier Panis – que tirou um ano sabático – e Jarno Trulli, que foi para a...

Equipes históricas – Prost, parte III

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RIO DE JANEIRO – Antes de mais nada, milhões de desculpas aos leitores do blog que esperaram tanto tempo para ver retomada a série das equipes históricas da Fórmula 1, que começou tão bem com a Copersucar-Fittipaldi, contou a trajetória da Tyrrell e chegou à Ligier desaguando na Prost. Mas agora vamos tentar seguir em frente, apesar da carga de trabalho que me tira tempo para dedicar...

Equipes históricas – Prost, parte II

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RIO DE JANEIRO – A primeira temporada da Prost manteve o razoável nível de desempenho da Ligier entre 1993 e 1996. Com a mudança de comando, esperava-se uma equipe mais forte e os planos para 1998 eram ambiciosos, incluindo um acordo com a Peugeot para o fornecimento de motores. A marca estreara com a McLaren em 1994 e, após três anos de colaboração com a Jordan, chegava à equipe do...

Equipes históricas – Ligier, parte XII (Prost)

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RIO DE JANEIRO – A Ligier iniciava seus preparativos para a temporada de 1997 do Mundial de Fórmula 1, quando veio a bomba: por US$ 12 milhões da época, ninguém menos que o tetracampeão mundial Alain Prost adquiria de Flavio Briatore o controle acionário da tradicional equipe fundada por Guy Ligier. Assim, Alain realizava o sonho já acalentado desde 1992, quando propôs sociedade ao antigo...

Equipes históricas – Ligier, parte XI

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RIO DE JANEIRO – Como consequência da mudança de administração da Ligier, com Flavio Briatore assumindo o controle acionário do time francês, veio o primeiro escândalo da temporada de 1995: a semelhança entre dois dos modelos concebidos para aquele ano. O Benetton B195 e o Ligier JS41 eram PRATICAMENTE iguais. Cara de um, focinho do outro. Com a mudança societária, o comando do time foi...

Equipes históricas – Ligier, parte X

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RIO DE JANEIRO – Corria o fim do ano de 1992 e a Ligier mudava de mãos: Oncle Guy, por 200 milhões de francos, desfez-se de sua própria escuderia e vendeu-a para o empresário Cyril de Rouvre, que já tivera uma experiência malsucedida na Fórmula 1 como proprietário da AGS entre o fim de 1989 e meados da temporada de 1991. Mas desta vez, tudo prometia ser diferente: a Ligier tinha o contrato...

Equipes históricas – Ligier, parte IX

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RIO DE JANEIRO – Após dois anos repletos de resultados fracos, a Ligier buscou um pacote técnico melhor para a temporada de 1991. Além de garantir os motores Chrysler-Lamborghini V12 projetados pelo antigo engenheiro da Ferrari Mauro Forghieri, o time francês – que direcionava seus esforços na construção e finalização de uma sede mais moderna, em Magny-Cours, contígua ao circuito que...

Equipes históricas – Ligier, parte VIII

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RIO DE JANEIRO – Após um dos piores anos de sua trajetória na F1, a Ligier deixou as invencionices de lado para a temporada de 1989, que marcava o fim da chamada “Era Turbo”. Todos os carros da categoria teriam motores de aspiração normal, com 3,5 litros de cilindrada máxima, podendo ter propulsores construídos com até 12 cilindros. Apesar de seguir com o apoio do governo de...

Equipes históricas – Ligier, parte VII

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RIO DE JANEIRO – O fim da parceria de três anos com a Renault, que se retirava da F1 como fornecedora de motores após abandonar a categoria como escuderia, foi um golpe para a Ligier, mas a equipe francesa agiu rápido e assinou com a Alfa Romeo um contrato de exclusividade de motores turbo para pelo menos duas temporadas. A equipe preparou um novo carro – o JS29 desenhado por Michel...

Equipes históricas – Ligier, parte VI

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RIO DE JANEIRO – Duas grandes novidades marcaram o início da preparação da Ligier para a temporada 1985 do Mundial de Fórmula 1. A primeira, de ordem técnica: com a saída da Michelin, tradicional fornecedor francês de pneus, o velho Guy Ligier teve que se socorrer de um novo fornecedor e arriscou. Assinou com a Pirelli, que também supriria a Brabham e outros times de menor porte naquele ano...

Equipes históricas – Ligier, parte V

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RIO DE JANEIRO – A FIA provocou uma verdadeira revolução na F1 para a temporada de 1983, encerrando com o regulamento que permitia o efeito-solo, dando total liberdade de desenvolvimento para novos projetos com chassis de fundo plano. A criatividade estava de volta e a Ligier, após o fim da parceria com a Talbot, trazia muitas novidades para a sétima temporada de sua trajetória na categoria...

Equipes históricas – Ligier, parte IV

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RIO DE JANEIRO – A Ligier chegara a um patamar de equipe grande na Fórmula 1 e era considerada como tal na pré-temporada de 1981. Mesmo com a volta dos motores Matra V12, remodelados e sob a sigla MS81, havia essa certeza. Com a compra de parte das ações do time pelo grupo Talbot, a equipe assumiria o nome de Talbot-Ligier Sport para o sexto campeonato de sua existência. Com projeto de...

Equipes históricas – Ligier, parte III

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RIO DE JANEIRO – A Lotus venceu de lavada o Mundial de 1978 com Mario Andretti a bordo do revolucionário modelo 79 com perfil asa nas laterais. Com o auxílio de minissaias e de uma aerodinâmica até então inédita, herdada da aeronáutica, Colin Chapman e sua equipe trouxeram uma das maiores novidades da história do automobilismo. E como nada se cria, tudo se copia, o mundo da F1 viu nascer os...

Equipes históricas – Ligier, parte II

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RIO DE JANEIRO – O primeiro ano da Ligier em sua trajetória na Fórmula 1 fora extremamente promissor. E a receita pouco mudou para o segundo campeonato do construtor francês. Em 1977, a Ligier teria um novo carro – o JS7, projeto de Gérard Ducarouge com assessoria de Michel Beaujon – e evoluções do bom e velho motor Matra V12, com câmbio Hewland de seis marchas. O piloto seria...

Equipes históricas – Ligier, parte I

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RIO DE JANEIRO – Muitos leitores do blog podem achar que a morte recente de Guy Ligier (1930-2015) foi um pretexto para que eu escolhesse a equipe de “Oncle Guy” para dar sequência à série de equipes históricas após a narrativa da trajetória da Tyrrell. Mas a decisão já estava tomada antes e foi consolidada. Agora é a hora do A Mil Por Hora contar como a Ligier se tornou a...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXX (final)

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RIO DE JANEIRO – Fadada a mais um ano de decepções, a Tyrrell terminara 1997 sem qualquer fornecedor exclusivo de motores, sem dinheiro e sem grandes patrocinadores. Com o futuro da equipe em risco, surgiu uma proposta tida como irrecusável que mudou os rumos de uma das escuderias mais tradicionais da Fórmula 1. Pouco antes do início do inverno no Hemisfério Norte, em dezembro, a British...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXIX

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RIO DE JANEIRO – A temporada de 1997 não seria das mais fáceis para a Tyrrell, numa Fórmula 1 em que o dinheiro falava cada vez mais alto. Com o fim da parceria entre a equipe de Ockham e a Yamaha, “Tio” Ken buscou a única alternativa viável para cumprir um papel ao menos digno: assinou com a Ford um fornecimento de motores ED V8 a 75º para equipar o novo carro, projeto de Mike...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVIII

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RIO DE JANEIRO – A Tyrrell deu sequência à parceria com os japoneses da Yamaha para a temporada de 1996 do Mundial de F1 com um novo motor: o OX11A V10 a 72º com 3 litros de capacidade cúbica substituiria o propulsor usado no ano anterior e que não trouxera os resultados desejados, afora a incapacidade do chassi 023 com a suspensão “Hydrolink” em conseguir um desempenho...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVII

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RIO DE JANEIRO – A temporada de 1994 tinha sido, considerando as circunstâncias, muito boa para a Tyrrell. O time britânico conseguira bons resultados, a recuperação de sua credibilidade e desempenhos constantes com um chassi simples, porém eficiente. E a equipe do “Tio” Ken tinha aspirações ainda maiores para 1995. Como novidade, a contratação do finlandês Mika Salo, mediante...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVI

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RIO DE JANEIRO – O péssimo ano de 1993, o pior da história da equipe até aquela data, fez a Tyrrell repensar tudo para a temporada seguinte do Mundial de Fórmula 1. Sem ter que pagar pelos motores Yamaha V10, a equipe britânica apenas exigiu melhorias mecânicas porque a parte dela, na pista, ela tentaria cumprir com um carro melhor que o antecessor. A novidade era a volta de Harvey...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXV

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RIO DE JANEIRO – Com as boas performances registradas em 1992, mesmo sem muitas perspectivas e tendo que dispor de um motor pelo qual se pagou um dinheiro bem razoável, a Tyrrell buscou alternativas para a temporada seguinte e, não só conseguiu um fornecimento gratuito de propulsores como também novos apoios financeiros. A equipe renovou seu vínculo com patrocínios japoneses e vieram mais...

Equipes históricas, Tyrrell: parte XXIV

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RIO DE JANEIRO – Como diria o poeta, quando o ano de 1992 começou, Ken Tyrrell estava “sem lenço e sem documento”. Sua equipe tinha perdido os motores Honda, seus pilotos titulares do ano anterior e – pior – os patrocinadores foram embora. Para piorar, os V10 do construtor japonês foram rebatizados como Mugen e os orientais fizeram “Tio” Ken saber que...

Equipes históricas: Tyrrell, parte XXIII

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RIO DE JANEIRO – Sem Jean Alesi, que se transferiu para a Ferrari, a Tyrrell tinha novidades para a temporada de 1991, a 21ª do time britânico com o nome de seu fundador. E eram muitas as boas novas: começando pelo contrato com a Honda para o fornecimento dos motores V10 que eram da McLaren até 1990, passando pela chegada do italiano Stefano Modena, ex-Brabham e Eurobrun. Até a programação...

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Perfil

Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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