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Discos eternos: Negro é lindo (1971)

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RIO DE JANEIRO – Há meio século, Jorge Benjor era Jorge Ben e tinha 31 para 32 anos quando lançou seu oitavo álbum da carreira de quem, como ele, lançava na média um disco por ano – em 1964 ele quebrou essa média, gravando dois álbuns. Nascido no subúrbio de Madureira em 1939 (o artista insiste em dizer que é seis anos mais novo, tendo nascido em 1945 – o que não é verdade)...

Discos eternos: Essa Tal de Gang 90 & Absurdettes (1983)

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RIO DE JANEIRO  – Os anos 1980 foram a década dos excessos no Brasil, principalmente em relação ao consumo de drogas. Mas também foi o período mais criativo da música nacional, depois da Jovem Guarda, da Era dos Festivais e da Tropicália – sem contar os ‘seres de outro planeta’ chamados Raul Seixas e Tim Maia – que não eram de movimento nenhum e tiveram brilho...

Discos históricos: Live at The Fillmore (1973)

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RIO DE JANEIRO – Este é um registro histórico que demorou alguns anos para ser resgatado e vir finalmente à tona. E que, décadas depois de seu lançamento, ganhou edição no formato de Compact Disc nos anos 1990. Trata-se dos shows do grupo Derek and The Dominos, que tinha como frontman o guitarrista Eric Clapton, então saído do Cream e que já tinha disco solo e tocara com Delaney, Bonnie...

Discos eternos – Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets (1972)

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RIO DE JANEIRO – Na história da música, existiram e ainda existem bandas em que o desgaste natural da estrada, a convivência por muitos anos e inclusive a guerra criativa nas composições e no palco acaba por colocar um ponto final em parcerias, amizades e – claro – nas próprias bandas. Foi exatamente o que aconteceu aos Mutantes – com um trabalho que  trouxe sérias...

Discos eternos – Let It Be… Naked (2003)

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RIO DE JANEIRO – Anos 2000: os Beatles já estavam dissolvidos como grupo desde 1970, John Lennon estava morto e Paul McCartney ainda insistia que Let It Be, o último disco lançado com o nome dos Fab Four, era uma porcaria. O baixista implicava com o trabalho de pós-produção de Phil Spector (George Martin não quis trabalhar com as músicas daquele álbum), especialmente na orquestração de...

Discos eternos – Escolas de Samba do Grupo 1-A (1982)

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RIO DE JANEIRO – Quase todo mundo do meio do esporte tem um quê de “entendido” de Carnaval. Não à toa, com uma ou outra exceção, até nas transmissões da televisão, os âncoras são jornalistas esportivos e alguns dos repórteres do mètier são apaixonados pela matéria. Como nunca tive a oportunidade de opinar com o microfone, dou meus pitacos nas redes sociais. E quem me conhece...

Discos eternos – Revolver (1966)

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RIO DE JANEIRO – “Nós gravamos esse disco para os Stones”, teria dito Paul McCartney na época do surgimento de Revolver. Verdade ou não, certo é que os Beatles deram um enorme passo à frente para atingir a maturidade enquanto grupo e quanto às suas composições. Além disso, em 1966, quando sai o álbum, eles decidem não sair mais em turnê alguma, não fazem parte de qualquer filme...

Discos eternos – The Dave Brubeck Quartet at Carnegie Hall (1963)

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RIO DE JANEIRO – Dave Brubeck (1920-2012) foi muito possivelmente o maior pianista que o Jazz conheceu. O gênero típico dos EUA trouxe com o tempo outros gênios em diversos instrumentos, mas o músico talvez seja insuperável em termos não só de carisma como também de classe e sobretudo musicalidade à frente de seu instrumento. No início dos anos 1960, o Dave Brubeck Quartet já era uma...

Discos eternos – Carlos, Erasmo (1971)

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RIO DE JANEIRO – “É preciso que você crie. Faça qualquer coisa, mas principalmente crie”. Com essas palavras, André Midani, o dínamo dos anos dourados da Phonogram/Philips no mercado brasileiro, circa 1960/1970, trazia Erasmo Carlos para a seleção brasileira da música – logicamente desfalcada de Milton Nascimento, na Odeon e Roberto Carlos, o maior vendedor de discos do...

Discos eternos – Canta Canta, Minha Gente (1974)

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RIO DE JANEIRO – Expoente máximo de um dos gêneros mais populares da música brasileira, o grande Martinho José Ferreira, que todos nós conhecemos como Martinho da Vila, completou 80 anos de vida em pleno Carnaval, no último dia 12, sendo enredo de uma escola de São Paulo – a Unidos do Peruche, infelizmente rebaixada para o Grupo de Acesso – e protagonista do abre-alas do desfile...

Discos eternos – Maria Fumaça (1977)

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RIO DE JANEIRO – Os anos 1970 foram do mais alto contraste no que tange aos ritmos musicais e influências na música nacional. O progressivo teve seu auge no início daquela década, contribuindo para “viagens” instrumentais e o surgimento de grupos brasileiros competentíssimos como Som Nosso de Cada Dia, Módulo 1000 e O Terço, mas também resvalando na indulgência que culminaria...

Discos eternos – Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das 10 (1971)

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RIO DE JANEIRO – Veja a turma aí acima, na foto da capa do disco “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das 10”, tirada no cinema Império, famoso “poeira” do Rio dos anos 1930 aos 1970. O magrelo de visual hippie, camiseta vermelha, óculos de grau e cavanhaque é ninguém menos que Raul Seixas. Vestida de “Super-Woman” está a cantora paulista...

Discos eternos – Barão ao vivo (1989)

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RIO DE JANEIRO – Em tempos de crise (em todos os sentidos), o Barão Vermelho talvez fosse, dos grupos de rock que surgiram na explosão dos anos oitenta, o grupo que mais sofria. Principalmente após a saída de Cazuza, que embarcou em voo solo a partir de 1985 e deixou o “brou” Roberto Frejat com a responsa de assumir os vocais. Apesar dos esforços demonstrados nos discos Declare...

Discos eternos – Os 3 Malandros in Concert (1995)

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RIO DE JANEIRO – Faz 25 anos que José Carreras, Luciano Pavarotti e Plácido Domingo se juntaram para um projeto pra lá de bem sucedido, que rendeu disco, especial de televisão e uma série de concertos com três das mais conhecidas vozes do erudito. Os Três Tenores estrondaram no mundo inteiro e até cantaram em época de Copa do Mundo. E por aqui, aproveitando o espírito galhofeiro e bem...

Discos eternos – Embalos de Sábado à Noite, Trilha Sonora Original (1978)

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RIO DE JANEIRO – Hoje com 81 anos de idade e provavelmente aposentado, o produtor multimídia Robert Stigwood certamente tem entre os maiores orgulhos de sua carreira ter contribuído para a explosão da onda da discothèque. Além de ser competente na área dos musicais – “Evita”, “Hair”, “Jesus Christ Superstar”, “Pippin” e “Oh...

Discos eternos – O Bidu [Silêncio no Brooklin] (1967)

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RIO DE JANEIRO – Carioca de Madureira, mas criado no Rio Comprido, onde integrou a Turma dos Cometas, gangue de rapazes que fazia farras na época da brilhantina e do iê-iê-iê, Jorge Ben (hoje Jorge Ben Jor, para não ser confundido com o guitarrista George Benson) era conhecido pela rapaziada pelo apelido de “Babulina”, graças a um rock de Ronnie Self chamado “Bop-A...

Discos eternos – Woodstock (1970)

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RIO DE JANEIRO – Houve um tempo de intolerância em que a música era – e deveria ser, ainda nos dias de hoje – o grande remédio para os males de guerras sem sentido. Foi o que aconteceu quando os EUA, insanamente, declararam-se inimigos do Vietnã. E por três dias (e mais uns quebrados) de agosto, uma multidão incalculável de jovens se reuniu numa fazenda em Bethel, no estado de...

Discos eternos – Blind Faith (1969)

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RIO DE JANEIRO – De saco cheio do Cream, Eric Clapton queria respirar novos ares e com o fim do Power Trio do qual saiu celebrado como um dos maiores guitarristas dos anos 60, talvez perdendo apenas em parâmetro para um tal de Jimi Hendrix – o que, convenhamos, não era nada desonroso – acabou mergulhando num novo projeto, de curtíssima duração: o Blind Faith. A banda tinha, além...

Discos eternos – O Ritmo do Momento (1983)

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RIO DE JANEIRO – Sempre disse e repito: Lulu Santos é, disparado, o maior hitmaker do pop brasileiro. Não deixa de ser um contraponto em relação ao início de sua carreira como músico e guitarrista, com passagens pelas bandas Veludo Elétrico e Vímana – grupo fundamental da história do rock progressivo por estas terras – e também pelo outro lado do balcão, como produtor da Sigla...

Discos eternos – Feelings (1975)

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RIO DE JANEIRO – Houve uma época dentro da música brasileira que, para se fazer sucesso e aparecer preferencialmente em trilhas de novelas, era preciso cantar em inglês. Foi o fenômeno chamado Made in Brazil, em que Jessé virou Tony Stevens, Hélio Costa Manso tornou-se Steve Maclean, Dudu França era Dave D. Robinson e até Fábio Júnior entrou na onda para se converter em Mark Davis. Um dos...

Discos eternos – Cruel (2005)

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RIO DE JANEIRO – Quis o destino, ora cruel, ora piedoso, que este excelente disco de Sérgio Sampaio fosse lançado onze anos depois da morte do cantor e compositor que, por força de sua vida desregrada, faleceu prematuramente aos 47 anos, em maio de 1994, vítima de pancreatite. Para aquele ano, estava previsto justamente o lançamento do que seria o quarto álbum de sua carreira, através do...

Discos eternos – Novo Aeon (1975)

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RIO DE JANEIRO – Raul Seixas nos deixou há exatos 25 anos. Num 21 de agosto, mas lá por 1989, o coração do roqueiro mais retado que esse país conheceu parou. Foram 44 anos de intensa vida e que pareceram ser milênios, tamanha a intensidade com que o baiano de Salvador se entregou a tudo o que lhe cercava – em especial o rock, cantado em bom português, é claro. Desnecessário explanar a...

Discos eternos – Led Zeppelin IV (1971)

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RIO DE JANEIRO – Após algumas semanas ausentes, os “Discos Eternos” do blog voltam com mais um álbum fundamental da história da música: Led Zeppelin IV, também conhecido informalmente por Zoso, Four Symbols, Disco Sem Nome ou o Disco do Fazendeiro – até porque não havia explicitamente nada que remetesse ao Led na capa ou na contracapa – exceto no som forte, potente, poderoso...

Discos eternos – Tim Maia (1970)

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RIO DE JANEIRO – Enquanto nos anos 60, a Jovem Guarda dava seus últimos suspiros e Roberto Carlos partia célere para assumir o posto de artista mais popular do país, um mulato gordinho, que passou parte da adolescência nos EUA tentava a sorte na música cantando em inglês. E principalmente, investindo num gênero que ainda não tinha espaço por aqui: a Soul Music. O mulato gordinho em questão...

Discos eternos – Disraeli gears (1967)

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RIO DE JANEIRO – Ahmet Ertegun, falecido em dezembro de 2006, tem como um de seus grandes méritos a influência direta na formação do power trio mais cool dos anos sessenta. Afinal de contas, foram três músicos com diferentes influências que, enquanto tocaram juntos, revolucionaram a música no seu tempo. Senão vejamos: o guitarrista, um certo Eric Clapton, era um herdeiro direto das melhores...

Discos eternos – Tim Maia Racional (1975)

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RIO DE JANEIRO – Houve um dia em que Tim Maia trocou o profano dos funks, souls, sambas e xaxados que fizeram parte dos seus quatro primeiros discos – três deles sensacionais, aliás – para mergulhar de cabeça no proselitismo e no sagrado do Racional Superior. Foi a época em que o cantor e compositor se converteu à seita Universo em Desencanto, de Manoel Jacintho Coelho, e fez...

Discos eternos – Santana III (1971)

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RIO DE JANEIRO – Ainda sob as influências de sua monumental aparição em Woodstock, uma muito bem-sucedida incursão no Montreux Jazz Festival e diversas e sensacionais apresentações mundo afora, que incluíram shows no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e também no Festival Internacional da Canção (FIC), Carlos Santana lançou em 1971 seu terceiro disco com a primeira formação da Santana...

Discos eternos – Nothing Like The Sun (1987)

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RIO DE JANEIRO – Muita gente torce o nariz para este disco solo do Sting, terceiro trabalho do artista britânico após The Dream of Blue Turtles e Bring On The Night, gravados em meados dos anos 80. Mas como gosto é uma coisa pessoal, não posso dizer que este álbum é ruim como muitos querem fazer parecer. Está longe de ter o peso do que ele seus companheiros de Police fizeram – e isso...

Discos eternos – Som Imaginário (1971)

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RIO DE JANEIRO – Confesso que até o reveillón de 1996/1997, desconhecia por completo a existência de um grupo brasileiro chamado Som Imaginário. Em pleno 1º de janeiro, com o som da festa devidamente levado de volta por seu dono para o Rio de Janeiro (a passagem de ano foi em Petrópolis, com dezenas de amigos, num casarão da família de uma amiga minha de faculdade), nos restou apenas uma...

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Perfil

Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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