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Direto do túnel do tempo (474)

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RIO DE JANEIRO – O ano de 1981 começou assistindo uma das mais infames batalhas políticas do automobilismo em todos os tempos. De um lado do cabo-de-guerra, o bufão Jean-Marie Balestre e sua Féderation International du Sport Automobile (FISA). E do outro, Bernie Ecclestone, o dínamo da Formula One Constructors Association (FOCA). No ano anterior, a batalha de poder eclodiu num GP da Espanha...

Há cinquenta anos: de cento e uma, a primeira de todas

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RIO DE JANEIRO – Faz tempo que o público brasileiro e o fã de automobilismo no país não celebra uma vitória dos nossos representantes na Fórmula 1. A última foi a 101ª da história, com Rubens Barrichello a bordo de sua Brawn GP com motor Mercedes-Benz, há onze anos, no GP da Itália. Isso foi no dia 13 de setembro de 2009. Na ponta do lápis, dá 4.039 dias. E subindo. Podem esquecer: tão cedo...

John Young Stewart, 80

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RIO DE JANEIRO – Mesmo com toda a correria para embarcar primeiro para São Paulo e de lá para Paris, mais tarde, o blog não pode deixar batida uma data especial. Hoje, 11 de junho, é o dia do 80º aniversário de John Young Stewart, a quem nós conhecemos como Jackie Stewart, ou simplesmente o “Vesgo”. O escocês foi um craque do volante. Tricampeão mundial de Fórmula 1 em 1969...

Direto do túnel do tempo (446)

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RIO DE JANEIRO – O piloto a bordo desta Tyrrell número #4 é um dos aniversariantes da sexta-feira: Ivan Franco Capelli, uma das muitas esperanças italianas que o automobilismo de seu país produziu nos anos 1980, completa hoje 56 anos. Nascido em Milão, o rapaz chegou à Fórmula 1 em 1985, ano em que ainda estava na Fórmula 3000 – que iniciava ali sua caminhada de substituta da Fórmula...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXX (final)

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RIO DE JANEIRO – Fadada a mais um ano de decepções, a Tyrrell terminara 1997 sem qualquer fornecedor exclusivo de motores, sem dinheiro e sem grandes patrocinadores. Com o futuro da equipe em risco, surgiu uma proposta tida como irrecusável que mudou os rumos de uma das escuderias mais tradicionais da Fórmula 1. Pouco antes do início do inverno no Hemisfério Norte, em dezembro, a British...

Direto do túnel do tempo (287)

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RIO DE JANEIRO – O blog já lhe prestou as devidas homenagens aqui. Mas não custa nada lembrar de Stefan Bellof hoje, dia 1º de setembro. Principalmente porque hoje chegamos a 30 anos inteiros de sua trágica morte, nos 1000 km de Spa, prova válida pelo World SportsCar Championship (WSC), em que o piloto alemão bateu na curva Eau Rouge com o Porsche de Jacky Ickx. O acidente interrompeu a...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVIII

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RIO DE JANEIRO – A Tyrrell deu sequência à parceria com os japoneses da Yamaha para a temporada de 1996 do Mundial de F1 com um novo motor: o OX11A V10 a 72º com 3 litros de capacidade cúbica substituiria o propulsor usado no ano anterior e que não trouxera os resultados desejados, afora a incapacidade do chassi 023 com a suspensão “Hydrolink” em conseguir um desempenho...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVII

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RIO DE JANEIRO – A temporada de 1994 tinha sido, considerando as circunstâncias, muito boa para a Tyrrell. O time britânico conseguira bons resultados, a recuperação de sua credibilidade e desempenhos constantes com um chassi simples, porém eficiente. E a equipe do “Tio” Ken tinha aspirações ainda maiores para 1995. Como novidade, a contratação do finlandês Mika Salo, mediante...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVI

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RIO DE JANEIRO – O péssimo ano de 1993, o pior da história da equipe até aquela data, fez a Tyrrell repensar tudo para a temporada seguinte do Mundial de Fórmula 1. Sem ter que pagar pelos motores Yamaha V10, a equipe britânica apenas exigiu melhorias mecânicas porque a parte dela, na pista, ela tentaria cumprir com um carro melhor que o antecessor. A novidade era a volta de Harvey...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXV

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RIO DE JANEIRO – Com as boas performances registradas em 1992, mesmo sem muitas perspectivas e tendo que dispor de um motor pelo qual se pagou um dinheiro bem razoável, a Tyrrell buscou alternativas para a temporada seguinte e, não só conseguiu um fornecimento gratuito de propulsores como também novos apoios financeiros. A equipe renovou seu vínculo com patrocínios japoneses e vieram mais...

Equipes históricas, Tyrrell: parte XXIV

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RIO DE JANEIRO – Como diria o poeta, quando o ano de 1992 começou, Ken Tyrrell estava “sem lenço e sem documento”. Sua equipe tinha perdido os motores Honda, seus pilotos titulares do ano anterior e – pior – os patrocinadores foram embora. Para piorar, os V10 do construtor japonês foram rebatizados como Mugen e os orientais fizeram “Tio” Ken saber que...

Equipes históricas: Tyrrell, parte XXIII

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RIO DE JANEIRO – Sem Jean Alesi, que se transferiu para a Ferrari, a Tyrrell tinha novidades para a temporada de 1991, a 21ª do time britânico com o nome de seu fundador. E eram muitas as boas novas: começando pelo contrato com a Honda para o fornecimento dos motores V10 que eram da McLaren até 1990, passando pela chegada do italiano Stefano Modena, ex-Brabham e Eurobrun. Até a programação...

Equipes históricas: Tyrrell, parte XXII

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RIO DE JANEIRO – A descoberta de mais um talento – Jean Alesi – mostrou que o faro do velho Ken Tyrrell continuava apurado. Os desempenhos do garoto francês foram tão impactantes que a equipe britânica não só ficou em 5º lugar no Mundial de Construtores em 1989, como a classificação nos mostra que, à frente dela, só ficaram McLaren, Ferrari, Williams e Benetton, que tinham...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XXI

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RIO DE JANEIRO – A temporada de 1989 marcou o reencontro da Fórmula 1 com os velhos tempos em que bastava um motor Ford Cosworth para montar num carro de construção artesanal e se montar uma equipe. A FIA recebeu nada menos que 39 inscrições para todo campeonato, fazendo reviver as pré-qualificações e colorindo o paddock como há muito tempo não se via. A Tyrrell, que como construtora faria...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XX

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RIO DE JANEIRO – Praticamente sem concorrência entre as equipes que optaram por motores de aspiração normal em 1987, a Tyrrell teria muito mais trabalho para a temporada seguinte. Afinal de contas, com a opção da Benetton por um novo propulsor V8 desenvolvido pela Ford, sem contar a Williams, que perdera os motores Honda Turbo optando pelo bloco Judd V8 com base no motor Honda da Fórmula...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XIX

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RIO DE JANEIRO – A curta passagem da Tyrrell pela chamada “Era Turbo” foi indolor. Não trouxe maiores prejuízos para o time britânico e até certo modo representou um alívio para as finanças da tradicional escuderia britânica – que logo assumiu a transição para o regulamento que entraria em vigor no ano de 1989, com o banimento definitivo dos motores turbocomprimidos...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XVIII

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RIO DE JANEIRO – Em 1986, a Fórmula 1 começava a primeira – e única – temporada de sua história com o grid 100% formado por carros cujos motores eram turbocomprimidos. Preocupada com a escalada de custos, que poderia inviabilizar a categoria para os anos seguintes, a FIA notificou as equipes que num prazo de três anos os motores voltariam ao sistema de aspiração normal e que...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XVII

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RIO DE JANEIRO – Desfeito o mal-entendido decorrente da falcatrua de 1984, quando a FIA eliminou a equipe do Campeonato Mundial de Fórmula 1, a Tyrrell regressou para a temporada seguinte – adivinhem? – ainda usando os motores Ford Cosworth V8. Aí já não era meramente um problema financeiro. Era pura teimosia do velho Ken, mesmo. Turrão como ele só, o dono da equipe desentendeu...

Vídeos históricos – 25 anos do GP dos EUA (1990)

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RIO DE JANEIRO – Quem chamou a atenção mais cedo foi o Paulo Alexandre Teixeira, o portuga mais brasileiro que conheço: hoje, 11 de março, completam-se 25 anos de uma abertura de temporada épica na Fórmula 1: o GP dos EUA disputado nas ruas de Phoenix, no Arizona. O porquê de ser épica? Simples: Jean Alesi, que disputava sua nona corrida na categoria, liderou por 34 voltas –...

Equipes históricas – Tyrrell, parte XV

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RIO DE JANEIRO – Em 1983, a Fórmula 1 passou por sua mais radical mudança de regulamento técnico na sua época moderna. O fim das minissaias e do carro-asa levou as equipes a adotar soluções urgentes para se adequarem ao novo panorama com os bólidos dotados de fundo totalmente plano. A Tyrrell, que vinha entusiasmada pelas performances de Michele Alboreto, a revelação do ano anterior, vinha...

Equipes Históricas – Tyrrell, parte XIV

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RIO DE JANEIRO – Em 1982, a Tyrrell apostava todas as suas fichas no emergente talento do italiano Michele Alboreto para tentar alguma coisa na Fórmula 1. Com apenas 25 anos, “Il Marocchino” despontava como o melhor piloto de seu país e alguns, com algum exagero, já viam nele o possível sucessor do mito Alberto Ascari. Devaneios à parte, Alboreto teria que lutar muito para...

Equipes Históricas – Tyrrell, parte XIII

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RIO DE JANEIRO – Sem dinheiro mais uma vez, Ken Tyrrell viu sua equipe novamente no desvio. Com o crescimento de algumas equipes, principalmente a Williams, além da redenção da Brabham, o velho madeireiro tinha ficado definitivamente para trás. Era hora de ser, no mínimo, criativo e ousado, num ano de transição. Como primeira medida, além de manter o modelo 010, pelo menos no início do...

Direto do túnel do tempo (237)

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RIO DE JANEIRO – Celebrado aqui como autêntico trapalhão, mas uma verdadeira lenda viva do automobilismo japonês: um dos aniversariantes de hoje é ninguém menos que Satoru Nakajima, completando neste 23 de fevereiro 62 anos de idade. O antigo piloto de Lotus e Tyrrell, que disputou 74 GPs de Fórmula 1 entre 1987 e 1991, foi um dos pioneiros nas imagens de câmeras embarcadas, instaladas...

Equipes Históricas – Tyrrell, parte XII

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RIO DE JANEIRO – Após o bom campeonato em 1979, com pódios e performances positivas de seus pilotos, a Tyrrell tinha esperanças de manter o desempenho na temporada de 1980. O veterano Jean-Pierre Jarier foi mantido para liderar a equipe britânica, que recebeu um novo piloto, o irlandês Derek Daly – que já defendera a Tyrrell em três corridas no ano anterior. Enquanto o modelo 010 não...

Equipes Históricas – Tyrrell, parte XI

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RIO DE JANEIRO – “Será que este homem não tem orgulho?” A frase acima, que abre o décimo-primeiro post da trajetória da Tyrrell na série Equipes Históricas, foi proferida pelo campeão mundial de Fórmula 1 em 1978. Ao ver um carro totalmente pintado de azul num dos boxes do Autódromo 17 de Octubre em Buenos Aires, na Argentina, Mario Andretti mostrava toda sua indignação. Ele...

Equipes Históricas – Tyrrell, parte IX

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RIO DE JANEIRO – Antes da temporada de 1977 começar, não se falava noutra coisa na Tyrrell: além da saída conturbada de Jody Scheckter para um time semi-estreante, é claro que o assunto era Ronnie Peterson. Se o sueco fizera milagres com o complicado March 761, todos se perguntavam se o casamento entre o veloz piloto e o Tyrrell P34 daria certo. Como Patrick Depailler, que fizera um ótimo...

Equipes Históricas – Tyrrell, parte VIII

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RIO DE JANEIRO – O lançamento do surpreendente modelo P34 com quatro rodas de 10 polegadas na dianteira era só uma pequena amostra do que a equipe de Ken Tyrrell estava disposta a fazer em 1976. Mais do que inovar, a equipe do velho madeireiro chocou o mundo do automobilismo com uma proposta audaciosa e insólita de carro de corrida, como raras vezes se viu até aquela época. A estreia do...

Equipes históricas – Tyrrell, parte VII

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RIO DE JANEIRO – O 3º lugar no Mundial de Construtores em 1974 saíra melhor que a encomenda para Ken Tyrrell. Mas ele tinha outros problemas para resolver: o chefe de mecânicos Joaquín “Jo” Ramirez fora seduzido por uma proposta de Wilsinho Fittipaldi para se juntar à novata equipe Copersucar-Fittipaldi, que estrearia em 1975. A reestruturação agora seria na parte operacional e...

Crash! Boom! Bang!

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RIO DE JANEIRO – Ken Tyrrell deve ter acumulado mais cabelos brancos ao ver o prejuízo que este acidente causou. Foi em 1987, logo no início do GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps. Essa tremenda porrada foi logo na primeira volta, envolvendo os dois pilotos da equipe britãnica – Philippe Streiff e Jonathan Palmer. Do carro de Streiff, à esquerda, não restou nada. Motor, câmbio e...

Equipes históricas – Tyrrell, parte VI

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RIO DE JANEIRO – Após exatamente um mês de pausa, que incluiu as férias do blogueiro, a série Equipes Históricas está de volta com a sexta parte da história da Tyrrell. No último post, publicado em 18 de novembro, relatei o que ocorreu com a escuderia inglesa em 1973, ano de triunfo e tragédia, com o tricampeonato de Jackie Stewart e a perda lamentável do talento de François Cevert, aos 29...

Reclames

Perfil

Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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