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15 de março de 2015 - 04:40Fórmula 1, Temporada 2015

Previsível

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Tranquilo: o campeão Lewis Hamilton comemora sua 34ª vitória na Fórmula 1

RIO DE JANEIRO - O adjetivo que dá título a este post é o retrato do que foi o GP da Austrália. Uma corrida previsível, cujo resultado se desenhou nos treinos e foi sacramentado após 58 voltas de pouquíssima ou de nenhuma emoção para o público presente no Albert Park e aos telespectadores em suas casas. Dobradinha da Mercedes, do início ao fim, com Lewis Hamilton chegando a mais uma vitória e Nico Rosberg em segundo. Definitivamente, os alemães fazem da Fórmula 1 um feudo só deles. Chegar perto dos Flechas de Prata é, ainda, uma utopia.

Aliás, que graça tem mesmo uma corrida com 18 carros previstos, que cai para 17 com o veto dos médicos a Valtteri Bottas, lesionado nas costas e depois para 15, com as quebras – antes da largada, é bom lembrar – da McLaren de Kevin Magnussen, cujo motor se entregou e da Red Bull de Daniil Kvyat? Corrida que perdeu logo no início as duas Lotus, envolvidas numa carambola na segunda curva, que mandou Pastor Maldonado para o muro e Romain Grosjean para a garagem. Há emoção nisto? É o que o público quer ver? Definitivamente, não.

Por falar em Magnussen e Kvyat, enquanto tudo acontecia em Melbourne, o público brasileiro ficava privado de informações para se apresentar o que se chama de “pré-hora” da emissora que detém os direitos de transmissão da categoria, um verdadeiro show de horror. Coitada da Bia Figueiredo e também do Raul Boesel, hoje DJ mas totalmente subaproveitado como antigo integrante da categoria, que certamente viveu poucas e boas ali. Falar só da estreia na África do Sul não basta. Mas bom mesmo é dizer que ele correu “na principal categoria do automobilismo dos EUA”. É pecado falar o nome da Fórmula Indy? Para a referida emissora é.

E pra que levar dois atores e o Giba do vôlei? O que eles conferem de credibilidade a uma transmissão? Se os fatos jornalísticos que importavam não eram exibidos? Era uma hecatombe acontecendo – será que não há um coordenador informando no switcher que o Magnussen quebrou? Que o Kvyat parou? Na boa… isso não é jornalismo, isso é outra coisa. Menos jornalismo.

Pouca gente deve ter percebido mas, com exceção feita ao famoso “GP de Seis” em Indianápolis, que na verdade teve os 20 carros inscritos no grid e 14 rumaram para os boxes naquela oportunidade, este GP da Austrália foi o que menos participantes registrou nos últimos 33 anos. Perdeu para o GP de San Marino de 1982, cujo grid tinha 14 carros e também para duas ou três corridas nos anos 60 (não me lembro direito quais) que tiveram 13 participantes e para o GP da Argentina de 1958, que contou com uma dezena de participantes.

Depois, chovem críticas pela extinção do Linha de Chegada, que pelo desejo dos telespectadores não devia ter saído da grade do canal a cabo das organizações Globo. Mas lá, meus caros leitores, tem gente que se sente tanto, mas tanto, que se julgam inventores da roda, da eletricidade, da física quântica e da própria televisão. Aí, fica difícil o automobilismo ser tratado como ele realmente merece. Porque, afinal de contas, o que vale são os pilotos brasileiros e o resto que se exploda. Certo?

Errado. Tanto que vamos seguir em frente e continuar a falar desse GP da Austrália, que é o que realmente interessa, mesmo longe de ser uma grande corrida.

Tirando a Mercedes, vamos lá: a Ferrari começa 2015 muito melhor que ano passado e quem se aproveita disto é Sebastian Vettel. O alemãozinho, que passou por maus bocados em Melbourne há um ano atrás, já esboça sorrisos e parece que o comando de Maurizio Arrivabene começa a trazer frutos para um time perdido, de auto estima baixíssima e desmoralizado pelos adversários. Um deles, a Williams, que continua bem e com o único carro que correu, terminou nos pontos graças a uma corrida sólida de Felipe Massa.

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Melhor, impossível: o 5º lugar de Felipe Nasr, mais do que uma agradável surpresa, foi um bálsamo para a Sauber diante dos últimos acontecimentos

O outro Felipe, o Nasr, tornou-se em meio à hecatombe que foi o GP da Austrália em que só 11 viram a quadriculada e desses onze, só os cinco primeiros completaram 58 voltas, o brasileiro mais bem colocado numa prova de estreia na categoria. Um 5º lugar encorajador para o piloto de Brasília e – melhor que isso – balsâmico para uma equipe que não marcou um pontinho sequer em 2014 e que vinha atarantada pelo tal de Giedo Van der Garde, que – repito – não estava errado em reclamar seus direitos, mas sim na forma como tentou resolver as coisas. Ainda por cima, os dois pilotos terminam a corrida entre os 10 com direito a pontos. A Sauber, agora, respira aliviada.

Junto a Nasr, outros dois pilotos entram para os compêndios: o igualmente estreante Carlos Sainz Jr. e o próprio Marcus Ericsson integram agora o rol dos pilotos que pontuaram pelo menos uma vez na Fórmula 1. Agora, são 329 ao total. Sainz, inclusive, é o sétimo estreante mais jovem na história a pontuar – recorde que poderá ser batido, de longe, por Max Verstappen – e que poderia inclusive ter sido quebrado nesta corrida inaugural do campeonato, mas o Toro Rosso #33 quebrou e deixou o jovem adolescente holandês pelo caminho.

Outro registro digno de nota é que, mesmo fora dos pontos, Jenson Button conseguiu dar mais quilometragem ao conjunto McLaren-Honda. Tenho visto muita gente dar opinião sobre Fernando Alonso, que o espanhol não volta mais ao cockpit do carro, et cetera e tal. Ok, o incidente dele em Barcelona foi muito estranho, deu margem a muitas ilações e desconfianças. Mas acho que Ron Dennis sabe com quem está lidando e vice-versa. Não acho que o bicampeão de 2005/2006 tome uma atitude covarde de abandonar o barco, principalmente agora que a equipe e também a Honda precisam muito dele. A McLaren tem força para melhorar e duvido que a equipe vá baixar os braços, mesmo após um dos piores finais de semana de sua história.

A temporada começa de forma atribulada para uns, confusa para muitos e razoavelmente boa para poucos. Tranquila, mesmo, só para a Mercedes.

Pior para os adversários.

32 comentários

  1. Paulo disse:

    Penso que com todas as dificuldades e crises atuais, a F1 mantém a sua essência, mesmo aos trancos e barrancos.
    O pódio: equipe Mercedes, piloto britânico, depois Ferrari e Williams. Pilotos em sequência nas primeiras posições: Inglaterra, Alemanha, Alemanha, Brasil, Brasil.
    Os italianos “latinizaram” o pit stop. Equipes “garagistas” chegaram ao quarto e quinto lugar.
    A melhor estreia de um piloto brasileiro em toda a história da F1. Com toda moderação devida, mesmo em virtude de todas as contingências, este é o melhor resultado do Brasil nos últimos anos na categoria.
    Hamilton, antes de estourar o champanhe, emanava deslumbre por saber que está fazendo de sua carreira uma lenda, e derrubará recordes de seus ídolos. Embora saiba que eles sempre serão os melhores, deve aos mesmos a sua referência e respeito. Quando ele correu no carro do Senna demonstrou isto. Deixa ele ser feliz. Agradeceu ao carro, fazendo carinho nele ao final. Tem mais é que fazer isto mesmo. Esta é a escuderia em que Juan Manuel Fangio correu.
    O segundo lugar é de um Rosberg.
    Legal ouvir “keep pushing” dos boxes. Legal a pista liberada para o público no fim da prova.
    A TV aberta soube aliar redução de custo com qualidade. Não levou equipe completa para a corrida, mas fez a transmissão com dignidade e respeito ao telespectador. Assumiu a bancada via link no estúdio, informou e não floreou a realidade.
    Elite tem este nome porque é para poucos e bons. Bernie sabe disto. É difícil, mas tem de ser assim. Mesmo com poucos carros no grid. Mesmo com a supremacia da Mercedes, a corrida foi boa.
    O ronco dos motores melhorou, mas ainda pode e deve ser mais agressivo. Seria interessante valorizar a bandeira quadriculada para o vencedor , remetendo àqueles caras que o faziam na pista antigamente , criar algo do gênero, sei lá, parecido. Eu gostei do que vi. Valeu.

  2. Paulo disse:

    Poderia ser melhor? Claro que sim, mas dentro da realidade existente…

  3. jairo disse:

    Otimo resumo da corrida.
    A rgb realmente f**ndo tudo. Oq era aquele monte de asno falando bobagem. Fiquei com pena do Boesel e da Bia.
    Qto q mclaren, pelo q observei, parece ter um carro estável, bom mesmo. Só q andando com motor de honda fit nao vai ir a lugar nenhum. Nitidamente tinha uns 200 cvs a menos.
    Qto a Alonso, hj de manha tive um estalo na minha caxola, beira o absurdo, mas visto o histórico dele, eu acredito: ALONSO BATEU DE PROPOSITO PARA NAO ANDAR NO FIM DO PELOTAO. Ele joga sujo (gp da hungria em 2007) cingapuragate, troca de equipe e monopoliza td para ele, etc. Todoso sabem q ele não é uma pessoa facil de lidar…

  4. Fábio Mandrake disse:

    Aliás a Suécia não colocava um piloto nos pontos a 26 anos, desde Johansson no GP de Portugal em 1989 com a pequena Onyx.

  5. JCS disse:

    Não sei o que foi pior, a corrida ou transmissão da Globo.
    Mil vezes a a Sportv

    • No Sportv ´é outra bosta também, enquanto tiver o escandaloso do Sérgio Maurício narrando e o Lito Cavalcanti comentando, sendo este famoso pelas bobagens que diz durante as transmissões. Lito entende muito do assunto, mas não serve para a TV. Infelizmente, no Brasil, estamos muito mal servidos de comentaristas para fazer um bom trabalho no que diz respeito à Fórmula 1.

  6. junio messias disse:

    so se for a sport.tv de portugal ,a sky sports ea fox sports 3 do mexico estao anos luz a frente desta mesrda de rede bobo, foi um verdadeiro show de horrores a trasnmi;ao
    nao ter internet ou tv via satelite e uma maldi;ao

  7. Fabio disse:

    Só eu que ví o cartaz de “FORA DILMA” no meio da galera em frente ao pódio durante a entrevista com o Arnold ? Ninguém comenta ?

  8. Pedro Perez disse:

    Gosto muito dos treinos livres na SPORTV e por uma única razão “Lito Cavalcanti”

    • rodrigo luiz martins disse:

      lito também sabe fala bastante bobagem, e não tira o saco dos pilotos brasileiros de sua boca. Eu quero ver o Burti e o reginaldo em algum Free practice

  9. Antonio disse:

    Discordo do Pedro, o Lito Cavalcanti é atrasado e pachequista o comentários bons são do Allan Kodair. E eles tinham que colocar o Guto Djain para transmitir.

  10. Alvaro Ferreira disse:

    Uma coisa que chamou minha atenção foi a fraca performance dos motores Renault. Além das quebras, dava para ver como o Ricciardo fazia das tripas coração para se aproximar do Nasr e este, quando via o australiano chegando perto, simplesmente explorava um pouco mais seu motor Ferrari e o despachava. No ano passado os motores Rebault já não eram grande coisa, mas esse ano o gap para os Mercedes e Ferrari aumentou.
    Quanto ao showzinho de segunda da Globo, tudo já foi dito. Vergonha alheia…

  11. Rodrigo Janazi disse:

    Pra que fazer aquela babaquice na pré- corrida. Sábado duas da manhã, a F1 capengando, só estava assistindo quem realmente gosta, é fan. Lugar de ator é na novela e meus ídolos são pilotos e ex pilotos, não jogador de vôlei. A corrida foi um saco eu dormi nas voltas finais e quando acordei já estava dando o BBB. RSRS
    O automobilismo caminha cada vez mais para a segmentação e não para a popularização, fica difícil incentivar as novas gerações a gostar disso que foi apresentado nessa madrugada. Não são só os pilotos hoje procuram novas categorias para correr o publico também para assistir.
    Alias, parece ser uma dificuldade da FIA fazer automobilismo, porquê todas as categorias chanceladas por ela sofrem de grids magros e falta de competitividade (WTCC, WRC, WEC), ok ano passado o WEC melhorou, mas há mais de dez anos só da Audi.
    Infelizmente daqui a 15 dias, estarei de novo virando a madrugada para ver outra corrida chata.

    • O problema não é botar ator para participar do pré-corrida. O Marcos Breda, por exemplo, é ator e entende do assunto. Poderia ter sido ele o convidado, assim como o cantor Ronnie Von, que acompanha essa bagaça desde os tempos de Emerson e Wilsinho na juventude (se não me engano, ele também tentou ser piloto). O problema está no formato que adotaram, aquela baladinha coxinha.

  12. Alessandro Neri disse:

    A F1 consegue a proeza de piorar a cada nova temporada. E o que foi a transmissão da globo? Nunca assisti algo tão constrangedor e patético na História das transmissões de F1 para o nosso país desde 72. Sério. Surreal. Vergonhoso. Como voce definiu com propriedade foi ” um circo de horrores”. Ah! Ia esquecendo. Foi tambem a confirmação, de que o verdadeiro jornalismo, não existe mais ne emissora do JB.

  13. Robertom disse:

    Foi a pior transmissão de uma corrida de F1 de toda a história, não consigo imaginar algo tão ruim.
    Galvão, como de costume foi mal, falando besteira a torto e a direito, errando o tempo inteiro e ainda por cima não narrava o pouco que acontecia no sonolento GP.
    Raikkonen fez uma ultrapassagem ?
    O Doente continuou a falar o que não interessava e só foi se tocar quase 2 voltas depois.
    E o “Esquenta da Madrugada” foi bizarro, Raul Boesel só se preocupava com as “pick-ups” e nem queria saber de corrida, Bia estava meio perdida e a participação de Giba e dos atores foi ridícula.
    E aquelas telas divididas mostrando a familia do Nasr, com o Galvão comandando a turma “Agora levaaanta!”
    Putz, deu até saudade do Barrichello, o repórter !

  14. Marchi disse:

    Enfim, continuam fazendo uma transmissão para os que não assistem o espetáculo ao invés de valorizarem o público fiel. É uma pena. É patético. É revoltante…

  15. Marcelo Dias disse:

    A transmissão da Globo foi realmente sofrível. Antigamente, preparavam um programa caprichado apresentando equipes, pilotos, novidades, um pouco da história da categoria etc. Parece que se lixaram para isso e puseram qualquer porcaria no ar para tapar buraco na grade. Era preferível deixar o Serginho Groismann mais um pouco no ar e entrar direto na transmissão da corrida.

    E não foi só o Boesel o subaproveitado. A Bia Figueiredo, “que correu de monoposto muito tempo nos EUA”, idem. Pô, o Boesel correu numa Ligier que tinha Jacques Lafitte como companheiro e era uma boa equipe. Ele deve ter dezenas de histórias pra contar, mas o Galvão é o Jô da F1 na Globo: só ele pode falar. Não é à toa que não arranja nem uma aspa do Piquet.

  16. Paulo disse:

    Bom, este argumento do Marcelo acaba com minha defesa da transmissão da Globo. Pelo jeito errei ou fui muito complacente mesmo.

  17. João Luiz Marques disse:

    Caro Rodrigo,

    Em Clermont-Ferrand 1969 só 13 carros largaram (2 Matra, 3 Brabham, 3 McLaren, 4 Lotus (uma do Rob Walker), e só uma Ferrari (Chris Amon)), aliás também em montjuic Park e Nurburgring só largaram 14.
    Vc Sabe por que nesse ano foram tão poucos carros???

  18. Rodrigo, concordo com tudo o que você escreveu sobre o que fizeram na transmissão do GP da Austrália, mas não é a primeira vez que vejo você batendo na conhecida tecla do “cuspir no prato em que comeu”, provavelmente como resultado do que aconteceu contigo no final de 2012 (pode me corrigir se eu estiver errado em minha conclusão).

    Você critica o Galvão por não citar a Fórmula Indy e preferir chamá-la de “na principal categoria do automobilismo dos Estados Unidos”, mas faz igual no mesmo parágrafo ao se referir à Globo como “emissora que detém os direitos de transmissão da categoria”, da mesma forma que usou “canal a cabo das organizações Globo” em referência evidente ao Sportv. Em sua época do Sportv, quando era escalado para comentar alguma coisa relacionada à Fórmula 1, ou quando participava do “Linha de Chegada”, você podia, por exemplo, citar nominalmente a Red Bull e a Toro Rosso ou também tinha que adotar os famigerados RBR e STR? Percebe como são as coisas?

    Ok, você poderá alegar que o blog é seu (e é mesmo, nem questiono isso) e, portanto, escreve o que quiser, da forma que quiser, e concordo com isso. Mas não há como ignorar o fato de que isso soa não só ridículo como também revela uma incoerência de sua parte. Você pode, mas o Galvão não. Vira o disco, cara. Bola pra frente. Você fez um nome lá no Sportv e agora está em uma nova etapa na Fox. Pra que ficar batendo na tecla do passado, por mais que tenha sido ruim o que aconteceu naquele ano (e que você mesmo admitiu na época que foi por causa de um erro seu)?

    Quanto ao “Linha de Chegada”, alguns telespectadores queriam o programa de volta, sim, mas nem todos. Eu, por exemplo, vinha criticando o programa há pelo menos cinco anos, quando ainda estava no antigo formato, desde quando comecei a perceber que aquele programa, em muitos casos, soava como um clube de amigos, com os mesmos convidados de sempre, todo mundo concordando um com o outro, nenhuma polêmica, nenhuma discórdia etc. De vez em quando vale a pena deixar rolar um bate-boca, semelhante ao que se vê nas mesas-redondas de futebol. O fato é que, hoje, estamos muito mal servidos no que se refere a programas sobre automobilismo. Mesmo o “Supermotor”, do Bandsports, já acho esgotado.

    • Rodrigo Mattar disse:

      Ainda bem que você concorda que o espaço é meu. Pode ter havido incoerência no que escrevi talvez. Mas e daí? Não quero citar nomes a torto e a direito. É algo que não quero fazer. Cuspir no prato em que comi? Não. Pelo menos no ex-blog eu podia escrever Red Bull e Toro Rosso sem ser censurado. E não troco o que tenho na Fox por nada. Tenho motivos, não preciso dizer quais, pra ser crítico quanto necessário. Agradeço a muita gente dos canais Globo/Sportv, mas ao mesmo tempo quero ficar bem longe dos “jênios” que lá trabalham e acham que inventaram a roda e a televisão.

      • Concordo com tudo o que você escreveu agora, mas, como disse antes, passe uma borracha (não é o tempo que cura tudo?), pois às vezes fica parecendo que, em muitos casos, não é apenas uma crítica isenta e sim uma espécie de ferida aberta.

      • Rodrigo Mattar disse:

        Tem feridas, meu caro, que são difíceis de cicatrizar. Mas vamos nessa!

  19. Ricardo disse:

    FOI SO EU QUE REPAREI… ou a transmissão da FOM nao mostrou as Mercedes a corrida toda? Tipo, apareceu nas primeiras voltas, no pits stop e na ultima volta. Mas no meio da corrida eles mostraram todo mundo, menos as Mercedes. Acredito que o Nasr apareceu bem mais que o Hamilton e o Rosberg juntos. Nao que eu tenha ficado triste, pois elas ficaram la na frente isoladas. Penso que mostraram o que tinham que mostrar mesmo.

  20. Gustavo disse:

    Pessoalmente não ligo para a tecnologia da F-1. Gostaria de voltar a assistir boas disputas entre carros de equipes diferentes.

    O vídeo abaixo, da extinta Cart, é um exemplo.

    https://www.youtube.com/watch?v=R4iw9LCtrTQ

    A disputa na F-1 em 1979 entre Gilles Villeneuve e Rene Arnoux, outro.

    https://www.youtube.com/watch?v=JeLK9UftveA

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