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11 de fevereiro de 2019 - 20:47Fórmula 1

STR14 e FW42

RIO DE JANEIRO - Dia de duplo lançamento de modelos da Fórmula 1 para 2019. Aliás, um dia bem insosso, por sinal.

Até porque são duas equipes que não têm tido muito a acrescentar.

Principalmente a Williams, que apresentou uma pintura de gosto no mínimo duvidoso no FW42. Com direito a novo patrocínio, da ROKiT – o mesmo visto na camiseta do Houston Rockets, na NBA.

O problema é que a ROKiT quer entrar no mercado de celulares e não tem produto pra vender. Negócio estranho, como o tal do Rich Energy que estará na carenagem da Haas. Mas enfim… segue o parador…

A Toro Rosso não é tão estranha assim – como filial da matriz Red Bull, é claro. Estranha é a escolha de seus pilotos. Hoje, na gravação do Fox Nitro, o Felipe Motta foi felicíssimo ao comparar o lineup da equipe com aquela coleção de álbuns de figurinhas em que espalha tudo e de repente você se depara com Alex Albon e Daniil Kvyat.

É algo tão aleatório que não parece se encaixar. Mas Albon é do ramo. Andou bem e rápido na Fórmula 2. Tão bem quanto o campeão George Russell, que vai cortar um dobrado numa Williams que infelizmente cheira mais uma vez à lanterna.

Pelo menos o corpo técnico comemora ter pilotos à altura. Mas… será que o carro irá corresponder?

Cartas para a redação.

Ah! Amanhã é o dia de conhecermos a máquina de Hülkenberg, hoje o maior ‘loser’ da Fórmula 1 e do simpático e impávido Risadinha Daniel Ricciardo. Torço pra vir o visual clássico da Renault, misturando preto com amarelo. Gosto dessa combinação e o colega de Fox Sports Eugênio Leal, clementiano de quatro costados, também.

3 comentários

  1. Cristiano disse:

    Fico pensando porque o Felipe Nasr depois de sair da Sauber, onde fez um trabalho digno com a carroça de 2016, nunca foi cogitado em qualquer outra equipe, só pode ser falta de grana mesmo…
    Tanto Albon quanto Sette Camara foram limados do programa da Red Bull, e imagino que, caso o brasileiro tivesse se classificado melhor na F2, quem sabia beliscava essa vaga. Também acho que dentro das opções, Albon é sim uma boa escolha. Mas só mostra que a impaciência da diretoria junto com pilotos que esquentaram cadeira muito tempo (como Mark Webber), acabaram sendo o próprio fim do programa de jovens pilotos. Moedor de carne, como diz o Flavio Gomes. O mais bizarro é que, até hoje, o Buemi é nominado como piloto reserva da equipe principal, por falta de outra opção. Quem sabe tivessem promovido o Felix da Costa na hora certa, em vez de passar a vaga para o Kvyat por incentivo de uns rublos e para o Verstappen só depois que ele tivesse carteira de motorista, a fila tinha andado sem furo e hoje não teria furo no próprio programa. Sei da história que Verstappen tinha proposta da Mercedes, mas não deixa de ser uma queima de etapa. E o Kvyat sofre bullying da equipe, não é possível…

  2. Sobre a Williams, quando as equipes e designers vão se tocar de que degradê em carro de corrida é muito feio? A Mercedes mesmo usando uma das cores mais bonitas, só consegue ter pinturas horrendas desde 2011, justamente pelo uso desse efeito.

  3. Claudio disse:

    Acho muito bacana a Toro Rosso com esse esquema de pintura, e sobre a Williams ainda não formei opinião, quero ver na pista como fica. A Renault ficou legal tbm, carro para os segundões do grid, HulkenBERGER e Ricciardo Patrese

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