A Mil por Hora
24 Horas de Le Mans

Caterham a caminho do WEC e Le Mans

RIO DE JANEIRO – Olha só que legal: a Caterham, cujo dono é Tony Fernandes, também proprietário da marca Alpine – que já estará nas 24 Horas de Le Mans neste ano com um protótipo alinhado para Nelson Panciatici/Tristan Gommendy/Pierre Ragues – ainda que de Alpine só tenha o nome, pois é um Oreca 03 […]

RIO DE JANEIRO – Olha só que legal: a Caterham, cujo dono é Tony Fernandes, também proprietário da marca Alpine – que já estará nas 24 Horas de Le Mans neste ano com um protótipo alinhado para Nelson Panciatici/Tristan Gommendy/Pierre Ragues – ainda que de Alpine só tenha o nome, pois é um Oreca 03 com motor Nissan, está de olho no mercado dos Esporte-Protótipos para o futuro.

A marca já finca pé em Sarthe na corrida que acontece nos dias 22 e 23 deste mês, através de uma parceria feita com a Greaves Motorsports. O carro #41 leva a cor verde alusiva a Caterham, que ‘emprestou’ seu piloto da GP2 Alexander Rossi para dividir com Eric Lux e Tom Kimber-Smith a condução do protótipo LMP2 com motor Nissan.

Segundo a matéria publicada também no site Grande Prêmio, Mike Gascoyne, responsável pela área de tecnologia e inovação da Caterham, é quem vai supervisionar o estudo de engenharia desses protótipos, visando o começo de um projeto que pode acabar com o nascimento de um novo carro para o WEC, o que seria salutar demais para a competição. Neste ano, os construtores independentes são a Lola, HPD (Honda), Lotus, Zytek e Oreca. Os japoneses da Dome começaram o desenvolvimento do modelo S103 e Alain Perrin apresentou o croqui de um ambicioso projeto para a LMP1.

“Estamos olhando atentamente para como o nosso expertise das áreas de Tecnologia e Inovação e de Componentes podem ser aplicados a um programa de venda de protótipos no futuro”, declarou o dirigente.

“Temos as ferramentas, o talento e a tradição para fazer esse trabalho. Faz sentido para nós ver, em primeira mão, como podemos tirar vantagem de uma oportunidade de negócios que compreende as nossas capacidades,” completou Gascoyne.

Torço para que a ideia vingue. Com o crescimento dos construtores independentes, ganha todo mundo: os pilotos, as equipes e o WEC.