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21 de setembro de 2014 - 22:54Mundial de Endurance, United Sports Car Championship

Debandada: ESM abre mão da Petit Le Mans e disputa WEC em Xangai

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Com seus dois HPD ARX-03b, a Extreme Speed Motorsports abre mão da Petit Le Mans e mergulha no desafio do WEC em Xangai (Foto: John Dagys)

RIO DE JANEIRO – O Tudor United SportsCar Championship sofreu um rude golpe para a última prova do campeonato – a Petit Le Mans, marcada para o próximo dia 4 de outubro. A equipe Extreme Speed Motorsports anunciou lá mesmo em Austin, quando fez sua estreia no Mundial de Endurance, o seu forfait na prova de Road Atlanta para se inscrever nas 6h de Xangai, 6ª etapa do WEC. Com os dois carros, aliás.

Apesar da prova chinesa estar marcada somente para 2 de novembro, a ESM tem que preparar o segundo HPD ARX-03b no que se refere à nova aerodinâmica, aos pneus Dunlop e demais alterações em relação ao que o carro vinha apresentando no TUSC. E também tem que cuidar do despacho dos equipamentos para o Oriente, porque os demais bólidos presentes em Austin já vão viajar para Fuji, pista que sedia a 5ª etapa do campeonato em outubro.

O carro #30, o mesmo que correu em Austin e foi ao pódio com o 3º lugar na classe LMP2, vai contar com Ryan Dalziel e Scott Sharp a bordo ao lado do mexicano Ricardo Gonzalez, que compôs com Martin Plowman e Alex Brundle o trio campeão de pilotos no WEC no ano passado. Já o #31 vai para a China com Johannes van Overbeek, Ed Brown e David Brabham.

Aliás, parece que Brown foi picado pela mosca azul e gostou da experiência inaugural no WEC. Não duvido que a equipe possa participar do Mundial em 2015, com os novos HPD ARX-04b. E digo mais: quem pode viajar para a China pode perfeitamente vir para o Brasil.

É ou não é?

5 comentários

  1. Seria lindo se a Extreme viesse para a etapa Brasileira do Fia WEC. Os carros são lindos demais.

  2. Fernando Lima disse:

    Como já disse anteriormente…sorte do WEC, porque acho que eles vão realmente seguir no mundial…os LMP2 “rendem muito mais” no WEC. Azar do TUSCC, que é um campeonato novo, bacana e que torço muito para dar certo, mas que cometeu um erro terrível ao liberar os DP’s à frente dos LMP2 por questões de “bairrismo” evidentemente. Voltando ao mundial, considerei o grid da LMP2 deste ano um tanto enfraquecido em relação ao ano passado. Os 2 carros da ESM darão um bom temporo nesta categoria. Se não me engano, com a saída do Muscle Milk, e agora dos 2 ESM, restou somente o #42 da OAK dos LMP2 no TUSCC. Será que eles irão querer permanecer sozinhos lá??

  3. geraldo101 disse:

    A ESM fez um grande papel em sua estréia no WEC, chegando a liderar durante algum tempo. Levando em conta a inexistência de HPDs nos campeonatos com chancela ACO, creio que o bom desempenho do carro surpreendeu muita gente. Acompanhei a prova via streaming, e, em certo momento, Scott Sharp apareceu na cabine de transmissão e respondeu algumas perguntas da equipe. Pra não enrolar muito, levando em conta que meu inglês é ruim, e o sotaque do Sharp, um pesadelo, ele elogiou a Tusc e o trabalho feito pela organização, que pegou dois campeonatos, somando sete divisões de carros diferentes, e comprimiu em um, com quatro, e ainda afirmou que erros de avaliação em um primeiro ano de campeonato são normais. Embora tenha soado autêntico, também soou meio político da parte dele. Mas o que mais chamou minha atenção foi a declaração dele quanto aos pneus: elogiou aberta e descaradamente os Dunlop. Quando percebeu que tinha falado demais, elogiou o trabalho da Continental, mas, ainda assim, enfatizou que os Dunlop foram feitos para os LMP2, e deixou subentendido que o mesmo não acontece com os citados Continental. Moral da história: ao que parece, ele e todos na equipe gostaram de finalmente poderem usar todo o potencial de seu carro, já que na Tusc ele fica “amarrado” por conta das limitações aerodinâmicas e dos pneus que foram feitos para os DPs e não para os LMP2, o que pode significar que a migração para o WEC pode mesmo ocorrer. E aí fica a dúvida: o que a Tusc vai fazer para não perder o vínculo que tem com Le Mans entre os protótipos, se é que vão fazer? E, caso ocorra mesmo a migração da ESM, como fica a parceria da Tusc, com a Tequila Patrón, um dos principais parceiros da categoria? O jeito é esperar pelas respostas.

  4. Cuca Beludo disse:

    O Sharp disse que não vem ao Brasil em uma matéria do SportsCar 365.

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