FW43B: a missão impossível da williams

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RIO DE JANEIRO – Acho (a sério) bem louvável o discurso de quem agora está à frente da Williams, ao falar de ‘resgate’ e ‘legado’. Mas palavras não ganham corridas e a equipe de Grove, de mais de 100 triunfos em 761 GPs disputados, é a pior equipe da Fórmula 1 nas últimas três temporadas. E por muito.

A exponencial queda de performance da escuderia fundada por Sir Frank Williams, da qual sobrou apenas seu sobrenome – já que agora é controlada pelo Dorilton Capital – não deve ter atenuantes neste ano. O resgate, se acontecer, será demorado e penoso. Olha a McLaren, que também sofreu um belo tombo, o que passou para minimamente se reencontrar.

Talvez a Williams esteja começando a trilhar um caminho que pode demorar. O Dorilton não entregou as operações a neófitos: Jost Capito foi o diretor de motorsport da Volkswagen no WRC e agora está como CEO, comandando Simon Roberts e toda a estrutura. Os pilotos estão confiantes, dentro do que se pode acreditar que podem alcançar este ano.

Já sabemos que Russell tem talento mas… e Latifi?

Em tempo: as imagens do FW43B vazaram ontem. Um engraçadinho furou o sistema da equipe, que apresentaria o carro em realidade aumentada e o evento, da forma como foi planejado, acabou cancelado.

Sobre o Autor

Rodrigo Mattar

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Rodrigo Mattar, carioca de 49 anos. Apaixonado por automobilismo desde os nove, é jornalista especializado em esportes a motor desde 1998. Estagiou no Jornal do Brasil e numa assessoria de comunicação antes de ingressar na Rede Globo. Em 2003, foi para o SporTV, onde foi editor dos hoje extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada. No mesmo ano, iniciou sua trajetória como comentarista, estreando numa transmissão de uma corrida de Stock Car, realizada no saudoso Autódromo de Jacarepaguá. Há sete anos, está no Fox Sports, atuando como editor responsável do programa Fox Nitro e comentarista de diversas categorias, entre as quais Rali Dakar, Nascar, MXGP, WTCC, WRC, FIA WEC, IMSA, Fórmula E, WTCR e Superbike Series Brasil. Conduz o blog A Mil Por Hora, agora no GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

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