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8 de dezembro de 2017 - 18:12IMSA Weather Tech SportsCar Championship

Silly Season – IMSA 2018, classe Prototype (atualizado)

RIO DE JANEIRO - Já estamos a menos de dois meses do início da temporada 2018 do IMSA Weather Tech SportsCar Championship. E se o ano de 2017 nos reservou a estreia dos protótipos DPi (Daytona Prototype International) construídos na plataforma dos chassis LMP2 credenciados pelo ACO/FIA, a partir de 27 de janeiro, quando for desfraldada a primeira bandeira verde do ano que vem, a expectativa é por um campeonato sensacional.

Não é para menos: com a entrada da Penske e da Honda (leia-se Acura), além da Joest Racing abraçando o projeto da Mazda, a competição será absolutamente parelha e difícil. Quanto mais equipes top, melhor. E quanto mais carros, também: com o fim da classe Prototype Challenge, o incremento de inscritos full season foi exponencial. Há a possibilidade de até 17 carros disputando a temporada completa.

E as 24 Horas de Daytona, prova de abertura, já têm um motivo a mais para serem acompanhadas com enorme interesse. Um motivo espanhol, bicampeão de Fórmula 1, com nome e sobrenome: Fernando Alonso. Mas outros ótimos nomes como o do campeão mundial de Endurance na LMP2, o brasileiro Bruno Senna, além da presença do canadense Lance Stroll, também chamam a atenção.

Acompanhe abaixo o panorama das equipes para 2018:

Protótipos DPi

TEQUILA PATRÓN ESM
Nissan Onroak DPi (Ligier JS P217)
Motor Nissan 3,8 litros V6 biturbo

Pilotos:
#2 Scott Sharp/Ryan Dalziel
#22 Pipo Derani/Johannes Van Overbeek
Nicolas Lapierre e Olivier Pla no NAEC

A Extreme Speed Motorsports segue no ano que vem com seu programa de DPi junto à Nissan com chassis Ligier. Os carros franceses com o motor japonês melhoraram bastante na segunda metade do campeonato e conquistaram duas vitórias – uma delas com o brasileiro Pipo Derani a bordo, além do triunfo na Petit Le Mans. Derani teve o compromisso renovado para mais uma temporada ao lado de Johannes Van Overbeek. No outro carro, seguem também Scott Sharp e Ryan Dalziel. Os franceses Olivier Pla e Nicolas Lapierre estão garantidos para as provas longas, mas ainda não foram alocados ao lado dos titulares.

ACTION EXPRESS
Cadillac DPi-V.R (Dallara P217)
Motor Cadillac 5,8 litros V8

Pilotos:

#5 Filipe Albuquerque/João Barbosa/Christian Fittipaldi (NAEC)
#31 Eric Curran/Felipe Nasr/Mike Conway (NAEC)/Stuart Middleton (Daytona)

Dividida em Mustang Sampling Racing e Whelen Engineering Racing por conta dos compromissos comerciais, a Action Express continua com o conjunto Cadillac DPi-V.R na plataforma Dallara, com vistas a evoluir o equipamento e buscar um ano bem mais competitivo que o último, onde brigaram pelos títulos – inclusive ganharam o tetra do NAEC – mas estiveram sempre atrás da Wayne Taylor Racing no quesito vitórias e também em velocidade.

Mudanças significativas também no plantel de pilotos full season. A contratação de Dane Cameron pela Penske fez a equipe se mexer e correr atrás de um nome de peso. E o brasileiro Felipe Nasr, que praticamente ficou fora do automobilismo ao longo deste ano, foi confirmado como o substituto do campeão da série em 2016, ao lado de Eric Curran. No outro carro do time, Christian Fittipaldi fez sua despedida como piloto titular – seguirá no North American Endurance Cup – e assume o status de diretor esportivo. O português Filipe Albuquerque forma a dupla agora 100% portuguesa com certeza ao lado de João Barbosa.

Para as provas longas, além de Fittipaldi, a equipe terá Mike Conway no carro #31 e o britânico Stuart Middleton, vencedor do Sunoco Challenge, disputará as 24h de Daytona.

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O Cadillac DPi-V.R da Wayne Taylor Racing terá Renger Van der Zande junto a Jordan Taylor em 2018

WAYNE TAYLOR RACING
Cadillac DPi-V.R (Dallara P217)
Motor Cadillac 5,8 litros V8

Pilotos:

#10 Jordan Taylor/Renger Van der Zande/Ryan Hunter-Reay (NAEC)

Campeã em 2017 com os “irmãos Metralha” Jordan e Ricky Taylor, a Wayne Taylor Racing deixa de ser finalmente uma equipe familiar, após as últimas quatro temporadas. Seduzida por uma proposta irrecusável de Roger Penske, a metade mais talentosa dos rebentos de Wayne Taylor muda de ares e vai desfilar sua competência num dos mais bem-sucedidos times de automobilismo dos EUA. O velho Wayne não se vexou e agiu rápido para não deixar cair a qualidade da equipe. E fechou a contratação do holandês Renger Van der Zande, que defendeu neste ano a Visit Florida Racing, para andar com Jordan Taylor no carro #10. Ryan Hunter-Reay completa a tripulação nas provas de longa duração.

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Uma das grandes atrações da próxima temporada é o retorno da Penske com seu Acura ARX-05 DPi

ACURA TEAM PENSKE
Acura ARX-05 DPi (Oreca 07)
Motor Honda 3,5 litros V6 biturbo

Pilotos:

#6 Juan Pablo Montoya/Dane Cameron/Simon Pagenaud (NAEC)
#7 Hélio Castroneves/Ricky Taylor/Graham Rahal (NAEC)

Após um ano de intensas tratativas, a Penske decidiu retornar às provas de Endurance em 2018 e o faz em grande: costurou um acordo com a Acura (leia-se Honda) e vem com tudo para brigar pelo título com seu protótipo desenvolvido na plataforma do Oreca 07. O investimento é alto e a avant-premiére com um 3º lugar na Petit Le Mans, apesar de uma série de problemas ao longo de uma corrida difícil, foi apenas uma pequena amostra do que está por vir. O velho Roger também não deixou por menos e trouxe mão de obra mais do que qualificada: tirou Dane Cameron da Action Express Racing e Ricky Taylor da equipe de seu próprio pai – nada menos que dois campeões da série nos dois últimos anos.

Os outros pilotos não poderiam ser mais expressivos, pois a Penske alocará o colombiano Juan Pablo Montoya e o brasileiro Hélio Castroneves em seu programa de Endurance. É uma equipe pra ninguém botar defeito, completada por Simon Pagenaud e Graham Rahal nos demais eventos de longa duração do campeonato.

2017-IMSA-Winter-Test-Daytona-Jarvis-Mazda

Oliver Jarvis será um dos principais nomes da campanha da Mazda, agora associada à Joest Racing

MAZDA TEAM JOEST
Mazda RT24-P DPi (Riley-Multimatic MK30)
Motor AER-Mazda 2 litros 4 cilindros turbo

Pilotos:

#55 Jonathan Bomarito/Harry Tincknell/Spencer Pigot (NAEC)
#77 Oliver Jarvis/Tristan Nuñez/René Rast (NAEC)

Agora sob total e inteira responsabilidade da equipe do lendário Reinhold Joest, o programa DPi da Mazda tem como principal objetivo provar a competitividade do chassi Riley, que vem sendo exaustivamente testado já com as modificações de aerodinâmica permitidas pelo ACO/FIA, visando equilibrar as forças entre os chassis credenciados para comercialização inclusive no regulamento da IMSA. Os carros foram vistos em diversos circuitos, fazendo bastante quilometragem, inclusive no treino compulsório realizado em Daytona há alguns dias.

Quanto aos pilotos, a equipe se decidiu por trazer três caras novas: Oliver Jarvis e Harry Tincknell assumem como titulares e René Rast vai andar nas provas do NAEC. Assim, do antigo time, ficaram Jonathan Bomarito, Tristan Nuñez e Spencer Pigot – este último, inscrito apenas para as etapas de maior duração do calendário.

SPIRIT OF DAYTONA
Cadillac DPi-V.R
Motor Cadillac 5,8 litros V8

Pilotos:

#90 pilotos a definir

A temporada 2018 marca o retorno do time de Troy Flis à “família GM” após a experiência inicial com o Riley Multimatic MK30 e posteriormente com o Liger JS P217, carro com o qual conquistaram uma vitória categórica em Laguna Seca. Mas há outros pormenores: a falta de patrocínio e a perda de Renger Van der Zande são alguns dos problemas para a equipe resolver. Fala-se em Tristan Vautier para ser um dos pilotos titulares. Outros nomes ventilados são o de Richard Antinucci (sobrinho do ex-piloto de Fórmula 1 e Fórmula Indy Eddie Cheever), além do italiano Riccardo Agostini. Flis também pensa em convidar um piloto do DTM para as provas do NAEC em substituição a René Rast, que deixou a equipe rumo ao Mazda Team Joest.

Protótipos WEC LMP2

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A JDC-Miller Motorsports amplia as suas operações e vai com dois Oreca 07 na próxima temporada

JDC-MILLER MOTORSPORTS
Oreca 07
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#85 Simon Trummer/Robert Alon
#99 Misha Goikhberg/Stephen Simpson/Chris Miller (NAEC)

Uma das surpresas positivas da última temporada, a JDC-Miller Motorsports cumpriu uma excelente temporada e terminou na 4ª colocação com os pilotos Misha Goikhberg e Stephen Simpson. O time chefiado por John Church viabilizou um segundo chassis Oreca 07 e também uma participação nas 24 Horas de Le Mans não é descartada – o ACO deve oficializar o time entre os convidados diretos para a prova francesa em 2018. O suíço Simon Trummer, que disputou a última temporada do WEC pela Manor na classe LMP2 (e conhece bem o carro) já se juntou à equipe como uma das novidades do próximo ano.

2017-IMSA-Winter-Test-Daytona-CORE-ORECA

A CORE Autosport contará com o reforço de Loïc Duval e Romain Dumas na abertura do campeonato

CORE AUTOSPORT
Oreca 07
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#54 Jonathan Bennett/Colin Braun/Romain Dumas (NAEC)/Loïc Duval (Daytona)

Após uma passagem na divisão GT Daytona, em que terminaram o campeonato num modesto 18º lugar, a CORE Autosport se prepara para o regresso às competições de Esporte-Protótipo. Jonathan Bennett adquiriu um chassis Oreca 07 e disputará a temporada completa com ele ao lado do fiel escudeiro Colin Braun. O experiente francês Romain Dumas foi o escolhido para reforçar a equipe nas quatro etapas do NAEC, enquanto outro piloto da Terra da Bastilha – Loïc Duval – estará a bordo por enquanto apenas nas 24h de Daytona.

D3 + TRANSFORMERS RACING
Ligier JS P217
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#84 Robbie Kerr/pilotos a definir

A nova equipe da série IMSA em 2018 marca o retorno de Ian Dawson aos holofotes, com uma nova organização, após anos de infrutíferas tentativas. O que se sabe é que a equipe terá os chassis Ligier JS P217, o patrocínio dos Transformers (aquele brinquedo mesmo) e Robbie Kerr foi o primeiro piloto confirmado na apresentação à imprensa, há algumas semanas. De resto, é esperar para ver o que poderão nos mostrar no ROAR Before The Rolex 24, bem como durante toda a temporada 2018.

IMSA-Daytona-Winter-Test-2017-Riley

Entre as equipes que estavam na Prototype Challenge em 2017, a BAR1 Motorsports é a única a alinhar o Riley-Multimatic MK30 LMP2. O carro foi adquirido junto a Ben Keating

BAR1 MOTORSPORTS
Riley Multimatic MK30
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#20 pilotos a definir

Brian Alder adquiriu o chassis utilizado por Ben Keating na última edição das 24h de Le Mans e com ele conduzirá sua equipe à divisão principal em 2018. Com as devidas alterações de aerodinâmica autorizadas pelo ACO/FIA, o Riley MK30 poderá mostrar seu real potencial no próximo ano. Pilotos ainda não foram definidos e no primeiro teste de pré-temporada, andaram em Daytona o colombiano Gustavo Yacamán e os estadunidenses Don Yount e Tomy Drissi. Não está descartada uma visita a Sarthe no próximo ano.

PERFORMANCE TECH MOTORSPORTS
Oreca 07
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#38 James French/Pato O’Ward/Kyle Masson (NAEC)

Campeã da Prototype Challenge de forma praticamente invicta neste ano, a Performance Tech sobe à classe Prototype para a temporada que vem da IMSA, já dispondo para isso do mesmo trio de pilotos que guiou o Oreca FLM09 do time. Pato O’Ward e James French serão os titulares, com Kyle Masson já escalado para as etapas do NAEC. Há alguns dias, a equipe anunciou a escolha do chassis: após avaliar as opções disponíveis dentre os quatro construtores autorizados a fazer protótipos LMP2, optaram pela Oreca.

AFS/PR1 MATHIASEN MOTORSPORTS
Ligier JS P217 Gibson
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#52 Gustavo Yacamán/Sebastián Saavedra

Após um ano repleto de percalços, a organização californiana com sede em Fresno está bastante silenciosa no que se pode chamar de baixa temporada da IMSA. Além de perder um dos principais dínamos da última temporada, o francês Olivier Pla, a escuderia não divulgou ainda seus planos. Estamos sem saber se vão seguir na categoria com o Ligier JS P217 utilizado neste ano ou se mudarão de chassis, ou mesmo se vão trabalhar como provedores de serviços para outro programa. A ver…

24h de Daytona

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Fernando Alonso e Bruno Senna vão acelerar um Ligier JS P217 parecido com este que andou com Pipo Derani e Will Owen nos testes de dezembro em Daytona

UNITED AUTOSPORTS
Ligier JS P217
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#TBA Paul Di Resta/Will Owen/Hugo de Sadeleer/Bruno Senna
#TBA Fernando Alonso/Lando Norris/Phil Hanson

A United Autosports será uma das grandes atrações para a disputa da próxima edição das 24 Horas de Daytona. Tudo por conta da confirmação do bicampeão mundial de Fórmula 1 Fernando Alonso, que disputará no fim de janeiro sua primeira corrida de longa duração. O espanhol já andou no protótipo Ligier JS P217 e se entrosou rapidamente com a equipe e seu novo brinquedo. Além do asturiano, o plantel do time traz outra grande atração para o torcedor brasileiro: a participação de Bruno Senna, campeão mundial de pilotos do WEC na classe LMP2.

É uma equipe que mescla experiência e juventude, pois outro piloto bastante rodado que Zak Brown e Richard Dean contrataram para a prova da Flórida é o escocês Paul Di Resta, escalado para dividir um dos equipamentos com Bruno Senna. No mais, os outros integrantes do time são garotos de muito potencial, principalmente o britânico Lando Norris, campeão europeu de Fórmula 3 e futuro companheiro do brasileiro Sérgio Sette Câmara na disputa da Fórmula 2, pela Carlin.

JACKIE CHAN DC RACING
Oreca 07
Motor Gibson GK428 4,2 litros V8

Pilotos:

#TBA Lance Stroll/Felix Rosenqvist/Robin Frijns/Dani Juncadella
#TBA pilotos a definir

Além da United Autosports, a Jackie Chan DC Racing - que segue a parceria com a Jota Sport – será a única equipe com base europeia a disputar as 24 Horas de Daytona. A associação do ator Jackie Chan com o piloto David Cheng não quer entrar para perder e traz um supertime de pilotos para compor a tripulação de um dos seus protótipos. Fernando Alonso não estará sozinho entre os pilotos do atual plantel da Fórmula 1 e um dos carros do time de bandeira chinesa será pilotado por Lance Stroll, canadense da Williams.

Além dele, o sueco Felix Rosenqvist – um dos destaques da Fórmula E e do automobilismo japonês – foi confirmado para compor o quarteto que terá ainda o holandês Robin Frijns, campeão do Blancpain Sprint Series com a equipe WRT Audi e o espanhol Dani Juncadella, que neste ano foi rival de Frijns defendendo a equipe AKKA-ASP após uma campanha de quatro temporadas opacas no DTM.

Total:

16-17 carros Full Season
20-21 carros 24h de Daytona

6 comentários

  1. Felipe disse:

    Grid para ninguém colocar defeito. Tomara que caia ao menos 2 horas de chuva leve durante a madrugada do dia 28!

  2. Daniel Ramos de Oliveira disse:

    Que grid esse em? Gostei muito, e uma bela mistura de carros da P2 e DPi, vai ser interessante essa mistura na pista, seria interessante ver isso ocorrendo nas 24 Horas de Le Mans, uma pena que muitas vezes a Vaidade vêm antes da Razão no relacionamento nada harmonioso entre IMSA e ACO.

  3. Jarno Saratt disse:

    Abra o olho WEC! A IMSA Weather Tech SportsCar Championship está muito superior!
    Se a ACO/FIA não fizer alguma coisa o WEC vai pro limbo!

    • Rodrigo disse:

      Acho que uma das razões do sucesso atual da IMSA, principalmente nos protótipos, é a de ter motores convencionais à combustão (claro que a configuração de chassi, com a identidade das marcas, etc…tb colabora, mas vejo o motor como algo fundamental). Neste momento é mais fácil e barato, além de serem motores mais aceitos pelo público. Isto quer dizer que as equipes conseguem maiores lucros, com orçamentos mais baixos, encontrando mais pilotos e patrocinadores. Enfim…há como lutar pela sobrevivência (que é o que acaba importando no automobilismo profissional).
      Mas até quando a tecnologia híbrida ou mesmo a elétrica consegue ser alijada do campeonato? Acho que uma hora vão se debater com isso e viver um pouco do que o WEC vive hoje.

      Acho a tecnologia híbrida o futuro, até o presente, mas ainda é muito cara e, às vezes, errante. A depender do formato adotado no carro, não tem conexão direta com a produção dos veículos de rua. Torna-se apenas um grande, caríssimo e questionável exercício de engenharia.

      Enquanto é uma tecnologia que busca a sustentabilidade do meio ambiente, ainda não a vejo como uma tecnologia que consiga fazer do automobilismo um esporte sustentável. Pelo seu custo de desenvolvimento o está matando, o tornando ainda mais exclusivo do que já é.

      Veremos. Tanto a IMSA quanto o WEC terão de fazer um juízo quanto a isso para dar seus próximos passos. Mas suspeito que a flexibilidade da IMSA deverá dar soluções mais inteligentes para a questão.

  4. Iran disse:

    Eu devo estar ficando velho e ranheta. Prá quem viu os protótipos dos anos 80 e 90 e vê esses mostrengos é de desanimar. É o mesmo que a fórmula 1. Tecnologia e aerodinâmica de monte e uma feiura assombrosa.

  5. Fernando Silva disse:

    Grid cheio de “cobras criadas”, diria o Mestre Edgard…e, sei não, mas algo me diz que a Penske vai chegar chutando a porta em 2018…Alonso fará bonito também em Daytona…esse é um racer de verdade!!

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