MENU

24 de dezembro de 2019 - 12:58IMSA, Intercontinental GT Challenge, Mundial de Endurance

Rumo ao exterior

Pela GruppeM Racing, com chancela Mercedes-AMG, Fraga disputará o Intercontinental GT Challenge a tempo pleno em 2020; o primeiro desafio do piloto brasileiro será as 24h de Daytona – o WEC também está na agenda dele pelo menos até Le Mans (Foto: Divulgação)

RIO DE JANEIRO – Véspera de Natal e Papai Noel chegou mais cedo na árvore do Felipe Fraga: o piloto da Stock Car anuncia hoje que não disputa mais a categoria nacional a tempo pleno em 2020, após seis temporadas – com direito à conquista do título há três anos atrás.

O destino dele será internacional: Fraga terá uma agenda cheia como piloto da equipe Mercedes-AMG GruppeM Racing no Intercontinental GT Challenge, campeonato que engloba provas longas como 12h de Bathurst, 24h de Spa-Francorchamps, 10h de Suzuka, 9h de Kyalami e 8h de Indianápolis.

Sem contar que ele ainda tem meia temporada do FIA WEC a cumprir na Super Season 2019/20 e pode ainda incluir o Mundial de Endurance no radar para o campeonato 2020/21, que começa em setembro.

De quebra, Fraga tem pelo menos acertada a participação nas 24h de Daytona, dividindo uma Mercedes-AMG com Gar Robinson, Lawson Aschenbach e Ben Keating.

Talento, Felipe tem de sobra. Que tenha uma trajetória de muito sucesso no próximo ano – e vocês vão poder acompanhar tudo do Intercontinental GT Challenge aqui no blog.

Compartilhar

6 comentários

  1. Antonio Seabra disse:

    Espero que o Felipe encontre bons carros e bons companheiros de equipe, que permitam que ele brilhe na proporção do seu talento natural.
    Precisamos de (mais) brasileiros bons, e em bons carros, pra aumentar nossas (deles) possibilidades no endurance.

  2. Marcos Ferreira disse:

    O automobilismo imitando o futebol! Em busca de campeonatos mais disputados, carros mais evoluídos tecnicamente, buscando novos desafios, o automobilismos brasileiro perde uma de suas estrelas para o exterior.

    E assim caminha a vida. Vida longa e próspera à Fraga em sua nova fase na carreira e vamos acompanhar tudo por aqui no ‘A mil por hora’ (ainda bem que blog não muda de país).

  3. Marcos Ferreira disse:

    Rodrigo

    Me referia mais ao automobilismo de turismo. Normal sempre foi os pilotos de fórmula irem tentar outros caminhos até chegarem a F1. Se não conseguiam chegar a F1, acabavam retornando ao país para andar no turismo ou viraram coach no kart. Agora pilotos de turismo que se formaram aqui e agora estão alcançando o exterior são poucos.

    O Fraga chegou a andar de formula no Brasil ou Europa?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *